Separamos algumas dicas para quem deseja curtir a data de uma forma mais ?apimentada?. Confira:
O Dia dos Namorados, comemorado nesta quinta-feira, 12/6, pode ser um convite para sair do piloto automático e experimentar coisas novas nas relações.
“É como se o desejo tivesse um palco montado”, descreve a psicóloga e sexóloga Alessandra Araújo. Separamos algumas dicas para quem deseja curtir a data de uma forma mais “apimentada”. Confira:
Veja também

Dia dos Namorados proibidão: os desejos +18 que brasileiros querem realizar na data
Amor, dinheiro e sexo: previsões da borra de café
(802).jpeg)
Relacionamento a longo prazo: Para casais que estão juntos há muito tempo e sentem que a relação esfriou, Alessandra sugere a escuta ativa seguida do acolhimento: “Uma boa estratégia é reintroduzir o mistério: deixar bilhetes provocantes, mudar o roteiro do encontro, usar o olhar com mais intenção. O corpo responde quando a mente é instigada”.
Fácil e eficaz: Formas mais simples de apimentar a relação, sem precisar de grandes produções, também são eficazes. A sexóloga opina: “Um sussurro no ouvido na hora certa pode ser mais excitante que um fim de semana num hotel cinco estrelas”, pontua. O erotismo está no detalhe — um toque mais lento, uma roupa escolhida com intenção, uma mensagem picante no meio do dia. “A linguagem do desejo precisa ser falada em pequenos gestos também, não só em eventos especiais. Uma colher de criatividade e uma pitada de ousadia já fazem milagres”, destaca.
(619).jpeg)
Calendário erótico: Alessandra salienta que planejar o sexo não tira a magia — pode, inclusive, criá-la. ”Quando sabemos que teremos um momento só para o casal, o corpo e a mente entram em contagem regressiva erótica”, afirma. No entanto, o equilíbrio está em não tornar o sexo uma tarefa. “O planejamento deve abrir espaço para a intimidade, não virar cobrança. Como em um jantar: marcamos, preparamos com carinho, mas o sabor do momento é o que dá o tom”, acrescenta a sexóloga.
Sex toys: No uso de brinquedos eróticos, Alessandra recomenda começar pequeno – literalmente: “Um bullet (vibrador discreto) ou um anel peniano pode ser ótimo para iniciantes. Escolham juntos, conversem sobre o que gostariam de sentir.” Ela explica que a vergonha muitas vezes vem do desconhecimento ou da ideia de que o brinquedo “substitui” alguém — mas ele é um aliado, não um concorrente. “Brincar junto é uma forma deliciosa de explorar o corpo do outro e o próprio”, comenta.
Fantasias sexuais: Propor novas fantasias, práticas e até se aventurar em “roleplays” (ou seja, personagens) pode ser um desafio para algumas pessoas. “A chave é o tom: leveza e curiosidade. Em vez de impor, convide. Um ‘o que você acha da gente tentar’ pode ser mais bem recebido que um ‘a gente precisa mudar isso’. Vale também usar conteúdos externos como ponte — um filme, um livro, um podcast pode abrir portas para conversas menos embaraçosas. E lembre-se: ouvir o não do outro com respeito também é uma forma de intimidade”, detalha Alessandra.
(198).jpeg)
Elemento essencial: O que não pode faltar em uma noite especial de Dia dos Namorados é, na opinião da sexóloga, a presença. “Um toque atento vale mais que mil palavras. O corpo nu é maravilhoso, mas o corpo presente, aquele que deseja, que olha nos olhos, que provoca, é irresistível”, argumenta. “Pode ter vinho, vela, lingerie, mas se não tiver conexão, vira performance. Agora, com presença, até um motel com luz fluorescente pode virar cenário de filme quente.”
Tiro pela culatra: Um dos erros mais comuns ao tentar esquentar a relação é forçar uma mudança sem diálogo, querer inovar sem combinar o jogo. Além disso, focar no “ato” e esquecer o clima pode causar um efeito contrário. “O desejo não nasce na cama: começa no olhar, no cuidado, no riso. E atenção: se um dos dois não está bem emocionalmente, é preciso acolher antes de provocar. Sexo não é solução mágica para distanciamento afetivo, mas pode ser consequência de uma reconexão verdadeira”, acrescenta a especialista.
Estímulos diferentes: O conteúdo erótico, como livros, filmes e podcasts, podem ser um aliado ao estímulo sexual — desde que não seja usado como substituto da relação. Alessandra esclarece que tais conteúdos podem aquecer a mente, despertar o desejo e servir de ponte para conversas e explorações mais íntimas. “O erotismo é uma construção relacional e subjetiva, não algo que deve ser terceirizado totalmente”, lembra.
(72).jpeg)
Fotos: Reprodução/Google
Assim como os brinquedos eróticos, que são excelentes aliados do prazer, Alessandra alerta para que esses conteúdos não se tornem a única fonte de excitação. Quando o corpo se acostuma apenas a estímulos intensos e automáticos pode haver uma dessensibilização ao toque mais sutil, ao ritmo do outro, à excitação que nasce da presença e do olhar.
Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no Facebook, Twitter e no Instagram.
“A dica de ouro? Use com intenção, sem abrir mão da conexão afetiva e da escuta do corpo. O melhor vibrador do mundo não supera um parceiro que te deseja com presença, paciência e imaginação”, defende a especialista.
Fonte: com informações Correio Braziliense
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.