22 de Abril de 2026

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Educação - 09/05/2024

Devastação nas escolas: mais de 420 instituições afetadas por inundações no Rio Grande do Sul

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Foto: Reprodução/Google

Balanço da Secretaria Estadual de Educação mostra que, até esta quinta-feira (9), quase 20% das instituições de ensino do RS sofreram prejuízos no mobiliário, nos equipamentos ou na estrutura geral.

As inundações que assolaram o Rio Grande do Sul não apenas deixaram um rastro de destruição em moradias, mas também lançaram um desafio monumental para o estado: a reconstrução de pelo menos 426 escolas estaduais gravemente danificadas pelas águas impiedosas.

 

Com o acesso comprometido às instituições de ensino, a Secretaria de Obras Públicas enfrenta dificuldades para avaliar o alcance completo dos estragos. "Não há detalhamento algum. Pode ser questão de mobiliário [danificado], equipamentos ou até obras [comprometidas]", informou a Secretaria de Educação Estadual.

 

Segundo dados do Censo Escolar 2023, das 2.345 escolas estaduais no Rio Grande do Sul, 40,7% foram afetadas de alguma forma pelos temporais, com 18,2% delas sofrendo danos físicos diretos. Além disso, 75 escolas estão atualmente servindo de abrigo para as vítimas das inundações.

 

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A situação é ainda mais alarmante para os mais de 330 mil alunos que estão sem aula. Em Porto Alegre e outras áreas afetadas, não há previsão de retorno às atividades letivas. Em meio a isso, a lista de mortos continua a subir, chegando a 107, com 136 desaparecidos e 374 feridos, de acordo com o boletim da Defesa Civil.

 

Enquanto o estado luta para se recuperar, especialistas apontam uma combinação de fatores climáticos, incluindo uma onda de calor, correntes de vento intensas, um corredor de umidade vindo da Amazônia e os efeitos persistentes do El Niño, como catalisadores para os desastres.

 

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É uma crise que não apenas testa a resiliência do povo gaúcho, mas também lança luz sobre a urgência de ações mais robustas para enfrentar as mudanças climáticas e fortalecer a infraestrutura contra eventos extremos. A reconstrução dessas escolas não é apenas uma questão de tijolos e argamassa, mas sim um símbolo da esperança de um futuro mais seguro e sustentável para todos.


Fonte: com informações do G1

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