17 de Abril de 2026

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Qualidade de Vida - 06/10/2024

Descubra um alimento antioxidante que reduz o colesterol "ruim"

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Foto: Reprodução Google

Apenas uma colher deste alimento pode colaborar com os níveis do colesterol; descubra qual e como inseri-lo na dieta

O aumento dos níveis de colesterol no sangue, também chamado de hipercolesterolemia, é uma condição que pode impactar o bem-estar e aumentar o risco de doenças cardíacas. A detecção ocorre quando o famoso colesterol “ruim”, o LDL, aumenta significativamente, propiciando o seu acúmulo nas paredes de artérias e vasos sanguíneos.

 

O aumento dos níveis de colesterol no sangue, também chamado de hipercolesterolemia, é uma condição que pode impactar o bem-estar e aumentar o risco de doenças cardíacas. A detecção ocorre quando o famoso colesterol “ruim”, o LDL, aumenta significativamente, propiciando o seu acúmulo nas paredes de artérias e vasos sanguíneos.

 

Para se ter uma ideia, a chia ostenta oito vezes mais ômega 3 que o salmão, três vezes mais antioxidantes que o blueberry, cinco vezes mais cálcio que o o leite e três vezes mais ferro que o espinafre.

 

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Só por aí a sua inclusão na rotina alimentar já está mais do que indicada. Segundo a Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, as sementes de chia se destacam como uma fonte vegetal significativa de ômega 3.

 

Esses nutrientes se tornam extremamente valiosos para o controle do colesterol, que vão colaborar para aumentar o colesterol de alta densidade (HDL), conhecido também como colesterol bom, e reduzir o colesterol “ruim”.

 

Estilo de vida também impacta no quadro

 

Fotos: Reprodução Google

 

No entanto, não podemos reduzir a terapêutica apenas à chia. Medidas como prática regular de atividade física, redução do consumo de itens ultraprocessados, reduzir o consumo de açúcar e bebidas alcoólicas também devem ser consideradas para a eficácia do tratamento.

 

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Além disso, basear a alimentação em alimentos minimamente processados, como os alimentos integrais, a exemplo de vegetais, frutas, leguminosas (feijões), proteínas magras e cereais integrais (chia, linhaça, aveia), é fundamental para o controle permanente da doença.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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