17 de Maio de 2026

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Direitos da Mulher - 24/03/2024

Datafolha: 42% da população é contra discriminalização do aborto

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Foto: Reprodução Google

Dados da pesquisa mostram que somente 7% das mulheres e 6% dos homens defendem a liberação completa da interrupção da gravidez em qualquer circunstância

Uma nova pesquisa do Datafolha a respeito do aborto mostrou que 42% da população defende que a lei atual para a interrupção da gravidez continue como está. Outros 35% acham que o procedimento deveria ser completamente proibido, sem exceções.

 

Os dados foram divulgados no sábado, 22, a patir de um levantamento que ouviu 2.002 pessoas de 147 municípios do Brasil em 19 e 20 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

 

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Opinião atrelada a gênero

 

 

Os dados coletados pela pesquisa apontam que a sociedade brasileira, de forma geral, se mantém extremamente conservadora a respeito a liberação do aborto, mas há uma ligeira diferença entre homens e mulheres.

 

Para 7% delas, o aborto deveria ser liberado de forma irrestrita e para outros 40% do público feminino ouvido, a legislação deve permanecer como está. Quando as mesmas perguntas são feitas para os homens, somente 6% deles acham concordam com a liberação total e cresce para 43% aqueles que defendem a atual legislação.

 

Idade infuência na opinião

 

 

O Datafolha também concluiu que quanto maior a idade do entrevistado, independente do gênero, maior a tendência a ser contra a interrupção da gravidez.

 

Enquanto 10% dos jovens de 16 a 24 anos são favoráveis a autorização em qualquer situação, apenas 5% daqueles com 60 anos ou mais declaram apoio.

 

Evangélicos são os mais radicais

 

Analisando a religião dos ouvidos, nota-se que a religião também parece ter influência. 21% dos espíritas defendem que a legislação seja ampliada, ante 13% dos católicos, e 12% dos evangélicos.

 

Fotos: Reprodução Google

 

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Os espíritas também estão na frente entre os que avaliam que o aborto deve ser permitido em quaisquer circunstâncias, com 10%, enquanto católicos são 5%, e evangélicos representam 3%. Os evangélicos são mais favoráveis à proibição total do procedimento — 44% deles compartilham dessa opinião, enquanto católicos são 34%, e espíritas, 32%.

 

Fonte: com informações do Portal iG 

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