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A ativista Daniela Veiga, conhecida por sua luta incansável pelos direitos das mulheres e pelo apoio às diagnosticadas com câncer de mama, deu um passo revolucionário ao criar o primeiro Clube de Mulheres de Manaus. Esta iniciativa pioneira é mais do que uma rede de apoio; é um espaço de acolhimento e empoderamento que visa transformar a realidade de muitas mulheres em Manaus.
O clube promove debates fundamentais sobre saúde, economia colaborativa, empreendedorismo feminino e questões sociais que impactam diretamente as mulheres, ao mesmo tempo em que oferece uma plataforma para divulgação de negócios, eventos e informações de utilidade pública.
Manaus, como grande parte do Brasil, apresenta disparidades econômicas que afetam principalmente as mulheres. A cidade enfrenta altos índices de informalidade no mercado de trabalho, e muitas mulheres se encontram em condições de subemprego ou dependentes da economia informal para sobreviver.
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Dados recentes mostram que, no Amazonas, mulheres representam uma grande parcela dos trabalhadores informais, muitas vezes sem acesso a direitos básicos, como previdência social e licença-maternidade. Além disso:
• As mulheres ganham, em média, 25% menos que os homens na região, mesmo com a mesma qualificação.
• A taxa de desemprego entre mulheres jovens é significativamente maior do que entre os homens.
• Muitas empreendedoras enfrentam dificuldades para acessar crédito e expandir seus negócios devido a barreiras estruturais e preconceitos de gênero.
O Clube de Mulheres de Manaus busca quebrar essas barreiras ao incentivar a economia colaborativa, promovendo a divulgação de negócios femininos e criando uma rede de apoio mútuo para fomentar a independência financeira.
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A saúde das mulheres em Manaus é outro ponto crucial que a iniciativa de Daniela Veiga aborda. A cidade enfrenta desafios significativos no diagnóstico e tratamento de doenças como o câncer de mama e de colo do útero, que estão entre as principais causas de morte por câncer no Brasil.
O Amazonas tem uma das maiores taxas de mortalidade por câncer de colo de útero no país, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Isso se deve, em grande parte, à dificuldade de acesso a exames preventivos, como o Papanicolau.
Mulheres de áreas periféricas e comunidades ribeirinhas têm acesso limitado a mamografias e a tratamentos oncológicos, o que leva a diagnósticos tardios. A falta de campanhas contínuas e de infraestrutura de saúde agrava a situação, especialmente para mulheres de baixa renda.
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Fotos: Reprodução
A ativista Daniela Veiga acredita que informação e apoio emocional são tão importantes quanto o tratamento médico. “É preciso criar redes de solidariedade para que nenhuma mulher enfrente essa batalha sozinha”, afirma a ativista.
Através do clube, Daniela busca:
• Ampliar o acesso à informação sobre prevenção e diagnóstico precoce de câncer de mama e colo de útero.
• Estabelecer parcerias com profissionais e instituições de saúde para viabilizar exames e tratamentos.
• Criar grupos de apoio para mulheres que enfrentam o câncer, promovendo acolhimento e suporte emocional.
A desigualdade econômica e o acesso limitado à saúde são realidades que Daniela Veiga pretende transformar. O Clube de Mulheres de Manaus é uma iniciativa que dá às mulheres um espaço para crescerem juntas, superarem barreiras e lutarem por igualdade.
Com a força da união, mulheres de diferentes histórias podem se apoiar, divulgar seus talentos, conquistar autonomia financeira e ter acesso à saúde de qualidade. Afinal, como Daniela diz: “Todas se tornam mais poderosas quando uma incentiva a outra.”
Seja parte desse movimento. Compartilhe, participe e transforme. Juntas, somos mais fortes.
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