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Cultura e Eventos - 15/07/2025

Curso sobre dança afro destaca ancestralidade e identidade na zona Leste de Manaus

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Foto: Divulgação

A formação é voltada a artistas da dança, teatro e demais interessados, sem exigência de experiência prévia

O curso “A Expressão Corporal da Africanidade na Amazônia”, uma imersão artística e formativa que une dança, ancestralidade e identidade cultural, será realizado, nos dias 19 e 20 de julho, na casa de candomblé Ilê Asé Sesu Toyan, localizada na avenida Margarita, nº 1.016, Cidade de Deus, zona Leste. Trata-se de projeto contemplado pelo edital macro de Chamamento Público n° 002/2024, da Lei Aldir Blanc, promovido pela Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura).

 

Idealizado pela produtora cultural Inã Figueiredo, o curso será conduzido pela renomada coreógrafa e diretora da Campêlo Cia. de Dança, Tatiana Campêlo, referência na pesquisa da corporeidade afro-brasileira. A formação é voltada a artistas da dança, teatro e demais interessados, sem exigência de experiência prévia.

 

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O curso é voltado a artistas da dança, teatro e outras áreas, sem exigência de experiência prévia. A carga horária total será de 12 horas, com rodas de conversa, exercícios corporais e estudos das movimentações criadas por Tatiana Campêlo e, ao fim, terá certificado de participação.

 

“Esse projeto é um exemplo vivo da força da nossa cultura, que é plural, diversa e ancestral. O Concultura tem esse papel de fomentar iniciativas que enriqueçam o nosso patrimônio cultural, sobretudo nos territórios onde o acesso à arte ainda é limitado”, disse o presidente do Concultura, Tony Medeiros.

 

A proposta também se alinha ao debate atual sobre identidade racial e combate ao racismo, promovendo o reconhecimento das múltiplas raízes culturais da região amazônica. Além de seu caráter formativo, o curso busca fomentar conexões entre os participantes, estimular trocas de experiências e fortalecer a produção cultural periférica. Para Inã Figueiredo, a proposta vai além da técnica.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

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“Mesmo com as políticas afirmativas em vigor, ainda há pessoas que não se reconhecem como negras ou indígenas. Essa é uma oportunidade de se reconectar com essas raízes a partir da arte, para além da proposta de formação profissional”, destaca Inã. Além disso, a imersão oferecerá uma oportunidade para os participantes ampliarem seu repertório criativo e se aprofundarem em práticas corporais ligadas à ancestralidade. 

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