Especialistas afirmam que a falta desse nutriente afeta a qualidade, firmeza, aparência e saúde da pele; confira
O skincare se tornou uma etapa indispensável na rotina de autocuidado da maior parte das pessoas. Apesar dos higienizadores, cremes e outros produtos melhorarem a aparência da pele, outros fatores também são cruciais para manter a saúde da cútis, como a ingestão de proteínas.
De acordo com a dermatologista Camilee Tostes, a falta de proteína pode acelerar o envelhecimento da pele, uma vez que esse macronutriente é fundamental para manter a firmeza, elasticidade e sustentação da tez. “Sem uma ingestão adequada, o corpo reduz a produção dessas estruturas, favorecendo a flacidez, o aparecimento de rugas e a perda do viço”, afirma.
A nutricionista Dani Borges ressalta que as principais proteínas para uma cútis saudável são colágeno e elastina. Segundo ela, o colágeno é a proteína mais abundante na pele, responsável por sua firmeza e sustentação, e a elastina promove a elasticidade. “Proteínas também estão envolvidas na formação da barreira protetora da pele e são fundamentais para uma cicatrização eficiente, ajudando na síntese de enzimas, fatores de crescimento e novas fibras de colágeno”, diz Dani Borges.
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Sinais de deficiência de proteína
Foto: Reprodução/Google
A deficiência proteica pode apresentar diversos sinais, como ressecamento da pele, perda de elasticidade, piora na cicatrização, bem como maior tendência a irritações e inflamações cutâneas. “Esses sinais indicam que o corpo não está conseguindo regenerar bem os tecidos, pois a proteína é algo essencial para a saúde da pele”, destaca Camilee Tostes.
Para evitar esses sintomas, Dani Borges recomenda incluir na dieta proteínas de alta qualidade biológica, ou seja, com todos os aminoácidos essenciais. Entre as opções indicadas por ela, constam frango, ovo, leguminosas e tofu.Além disso, a dermatologista Camilee aconselha associar a boa alimentação a tratamentos dermatológicos que estimulem a produção de colágeno, como bioestimuladores, lasers e ultrassom microfocado.
Fonte: com informações Metrópoles
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