20 de Abril de 2026

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Saúde - 27/02/2023

COVID: Brasil começa a aplicar a vacina bivalente nesta segunda; veja grupos prioritários

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Foto: Reprodução

Nesta fase, serão vacinadas pessoas com 60 anos ou mais, imunocomprometidas, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, gestantes e profissionais da saúde.

Começa nesta segunda-feira (27) mais uma etapa da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Nesta nova fase as pessoas serão vacinadas com o reforço do imunizante bivalente da Pfizer.

 

Esta vacina é uma atualização em relação aos primeiros imunizantes fabricados contra a Covid-19 e protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes ômicron.

 

Os grupos prioritários são:

 

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Pessoas com mais de 60 anos;
Moradores de instituições de longa permanência (ILP);
Pessoas com deficiência;
Pacientes com baixa imunidade (mais abaixo, veja quem se enquadra);
Comunidades indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
Gestantes e puérperas; e
Profissionais da saúde.


A meta é vacinar 90% da população-alvo. O Ministério da Saúde afirma que, a partir do mês de março, o calendário de vacinação será aberto para outros grupos.

 

Esquema vacinal

 

Aplicação da vacina bivalente contra a Covid em grupos prioritários começa  segunda (27) | Jornal Nacional | G1


A ideia é dar a bivalente para quem já tem pelo menos duas doses, segundo Éder Gatti, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Imunopreviníveis. Ou seja, quem só tomou uma dose até agora, vai ter que tomar ainda a segunda dose da primeira versão da vacina para estar apto a tomar a bivalente.

 

Demais grupos

 

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Além dos grupos prioritários, o ministério também quer intensificar a campanha com a vacina monovalente para os maiores de 12 anos. A ideia é aumentar a cobertura vacinal nesses outros públicos. A recomendação é:

 

Uma dose de reforço para quem tem até 40 anos.


Duas doses de reforço para quem tem mais de 40 anos.


A Pfizer, assim como a Anvisa, reforça que a vacina monovalente original continua sendo importante instrumento no combate à Covid-19.

 

Quem são os imunossuprimidos?

 

Cidades do centro-oeste paulista começam a aplicar a vacina bivalente  contra a Covid nesta segunda | Bauru e Marília | G1


As pessoas com baixa imunidade são chamadas de imunossuprimidas ou imunocomprometidas.

 

Não há relação direta entre pessoas com comorbidades (que tinham doenças prévias como hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares) e imunossuprimidos, embora as duas condições possam ocorrer em um mesmo paciente.


O grupo dos imunossuprimidos considera, por exemplo, pessoas com câncer, pessoas vivendo com HIV, transplantados e outros com o sistema imune fragilizado, o que deixa o paciente mais suscetível a infecções. São eles:

 

Brasil vai começar a aplicação da vacina bivalente contra Covid-19 na  segunda-feira (27); veja grupos prioritários - Portal de Prefeitura

Fotos: Reprodução

 

Pessoas transplantadas de órgão sólido ou de medula óssea;
Pessoas com HIV e CD4 <350 células/mm3;
Pessoas com doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticoide e/ou ciclofosfamida;
Pessoas em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias;
Pessoas com neoplasias hematológicas, como leucemias, linfomas e síndromes mielodisplásicas;
Pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses.

 

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“Os imunossuprimidos são todas aquelas pessoas que recebem ou receberam tratamento que mexe com o sistema imunológico, ou que têm alguma doença que deprime o sistema imunológico", explica João Prats, infectologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

 

Fonte: Com informações do Portal G1 

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