Corpos das vítimas e os destroços do avião foram encontrados por equipes de buscas no dia 25 de dezembro
Os corpos do piloto Rodrigo Boer Machado, e do passageiro, Breno Braga Leite, que tinham 29 e 28 anos, respectivamente, já estão sendo transportados para a capital amazonense. A informação foi repassada na tarde desta quinta-feira, 26, pela prefeitura municipal de Manicoré (a 332 quilômetros de Manaus).
“Com essa ação, a administração municipal conclui sua missão em meio a este trágico incidente que marcou nosso município durante este período natalino, prestando o apoio e amparo que lhe cabia. O prefeito Lúcio Flavio expressa mais uma vez suas mais sinceras condolências aos familiares enlutados e a todos os moradores da cidade, que estão profundamente entristecidos por este lamentável acontecimento”, esclareceu em nota oficial.
O pai do piloto, Marcelo Machado, agradeceu a ajuda do município durante as buscas e no resgate dos corpos. Disse ainda que Rodrigo era acostumado a fazer esse tipo de manobra. “Eu não podia ir embora sem olhar no olho de cada um de vocês e agradecer. Desculpa estragar o natal de vocês e eu sei que a cidade ficou triste, mas não era a intenção do meu filho fazer isso. E curtam os filhos de vocês”, disse.
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A prima de Breno, Ana Carla, confirmou a Cenarium que o corpo da vítima ficará em Manaus até a família conseguir o valor total para realizar o traslado do corpo para Itaituba, no Estado do Pará, cidade natal dele.
A viagem
Rodrigo Boer Machado é natural de Fernandópolis, mas morava em São José do Rio Preto. Ambos os municípios ficam no Estado de São Paulo. À família, o piloto informou que ia para a região amazônica a trabalho, mas não deu detalhes de como seria o serviço prestado.
Segundo sua mãe, Nájila Boer, Rodrigo decolou de Porto Velho (RO) com destino a Manaus, e passou sua localização via GPS para que os familiares pudessem acompanhar a rota, porém o sinal desapareceu ao passar por Manicoré. Já a família do passageiro Breno Braga Leite informou à imprensa que ele viajava para “trabalhar com garimpo”, mas também não sabia detalhes sobre a viagem.
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Fotos: Reprodução/Google
Conforme verificado junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave modelo Cessna, matrícula PT-JCZ, não tinha autorização para táxi aéreo e ainda estava com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) vencido desde 28 de setembro deste ano.
Fonte: com informações da Revista Cenarium
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