Indígena do povo Sateré Mawé, Samela é uma das porta-vozes deste povo, que vive na Zona Oeste de Manaus. Samela é ativista ambiental representando o braço brasileiro do movimento ?Fridays for Future? (@fridaysforfuturebrasil), criado pela sueca Greta Thun
Liderança jovem na luta dos povos indígenas, a apresentadora do Canal Reload (@canalreload), Samela Sateré-Mawé (@sam_sateremawe) vem se destacando por descomplicar temas relevantes sobre a temática para o público jovem nas redes sociais, inspirando as pessoas a enxergarem os povos da floresta de uma forma diferente da estigmatizada nos desatualizados livros de história do Brasil.
Além de ser um nome importante em atos e manifestos indígenas, a apresentadora usa a internet como ferramenta de resistência para defender suas tradições ancestrais e amplificar a luta pelos direitos de povos originários, em um momento em que muitas comunidades temem pelo avanço sobre suas terras.
Indígena do povo Sateré Mawé, Samela é uma das porta-vozes deste povo, que vive na Zona Oeste de Manaus. Samela é ativista ambiental representando o braço brasileiro do movimento “Fridays for Future“ (@fridaysforfuturebrasil), criado pela sueca Greta Thunberg.
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Foto: Reprodução/Google
Estudante de Biologia na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), é também jovem comunicadora na Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), da ANMIGA – Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade, além de integrar a Associação de Mulheres Indígenas Sateré Mawé (Amism) e o Movimento de Estudantes Indígenas do Amazonas (Meiam).Além de ser criadora de conteúdo digital nas redes sociais, artesã, consultora da Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e recentemente foi premiada na categoria “ativismo” no Geração Glamour 2021 Gamechangers, em São Paulo, pela atuação em ações pelo clima e em defesa dos povos amazônicos.
No Canal Reload, ela se conecta com mais de 50 mil seguidores de todo Brasil por meio das redes sociais Instagram, Twitter, TikTok e Youtube. Um projeto voltado para jovens que abusa da criatividade para descomplicar temas complexos, como o combate à evasão escolar, as pautas LGBT+, violência de gênero, racismo, preservação do meio ambiente, a resistência do movimento indígena, entre outros.
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Desde o início do canal, a jovem vem trazendo debates sobre pautas essenciais para os povos originários, como nos vídeos “Você sabe como é feita a demarcação de terras indígenas? ou “Amazônia em Chamas – Saiba o porquê”.Recentemente a Samela realizou uma cobertura especial da 18ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL), que teve como tema “Retomando o Brasil: Demarcar Territórios e Aldear a Política”.
Fonte: com informações do Portal Correio Nagô
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