Saber de tudo isso não é difícil, mas quantos de nós podem dizer que colocam essas coisas em prática, ou que realmente têm informações reais e seguras sobre a prática de esportes e como se alimentar corretamente?
Provavelmente, ao longo da vida, você já deve ter lido muitas dicas sobre como ter e manter um estilo de vida saudável. Certamente, deve saber os passos básicos, como se manter longe do cigarro, evitar o consumo excessivo de álcool, comer alimentos saudáveis e praticar exercícios físicos.
Saber de tudo isso não é difícil, mas quantos de nós podem dizer que colocam essas coisas em prática, ou que realmente têm informações reais e seguras sobre a prática de esportes e como se alimentar corretamente?
Para ajudar a adotar um estilo de vida saudável, simples e realista, separamos algumas informações e dicas importantes sobre o assunto. Continue a leitura e fique por dentro!
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O que podemos considerar como uma vida saudável?
Mesmo com todos os avanços da medicina e da tecnologia que proporcionam melhorias à saúde humana e à longevidade, alguns aspectos do estilo de vida moderno são prejudiciais ao nosso bem-estar. Ter uma vida saudável significa adotar um conjunto de atitudes positivas que fazem a diferença em nossa saúde. Cuidar do corpo e da mente não se baseia em apenas uma característica ou na perfeição, mas em manter níveis adequados de atividades físicas, comer bem, cuidar do sono, movimentar o corpo e desenvolver relacionamentos saudáveis.
Quais fatores que interferem na obtenção de uma vida saudável?
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Como adiantamos no início deste texto, ter uma vida saudável não diz respeito a um fator isolado: é um conjunto de atitudes e comportamentos que melhoram a qualidade da saúde e interferem diretamente em nosso bem-estar e, até mesmo, ajudam a prolongar a vida. Mas, afinal, quais são os aspectos que provocam interferências tão profundas em nossa saúde? Como cuidar deles?
Chegou a hora de conhecer os 5 pilares da vida saudável e ter a resposta para essas perguntas.
1. Sono
O sono é um dos protagonistas no bem-estar, na saúde e na busca por uma vida saudável como um todo. Dormir com qualidade e em uma quantidade de horas favorável para o organismo é fundamental para manter a qualidade de vida. Durante o sono, o corpo humano trabalha para apoiar as funções cerebrais. Isso influencia nossos pensamentos, reações, postura profissional, aprendizado e relacionamentos, já que ajuda o cérebro a funcionar corretamente e prepara o corpo para o dia seguinte. Veja como isso acontece:
a qualidade do sono afeta a forma como o corpo reage à insulina, por isso, dormir mal pode aumentar o risco de diabetes;
dormir bem ajuda a manter os hormônios que fazem você sentir fome em equilíbrio, contribuindo diretamente para diminuir o risco de obesidade;
o sono repara os vasos sanguíneos, diminuindo o risco de o indivíduo desenvolver doenças cardíacas, renais, hipertensão, diabetes e derrame;
quem dorme mal pode ficar doente com uma frequência maior, pois nossa imunidade depende do sono para se manter em equilíbrio;
uma boa noite de sono é fundamental para o crescimento e desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes.
Tempo de sono
Existem vários estudos que atestam o tempo de sono ideal para uma vida saudável. Essa quantidade de horas depende da fase da vida. De acordo com a American Academy of Sleep Medicine(AASM), um ser humano deve dormir:
de 12 a 16 horas por dia até os 12 meses de vida;
de 11 a 14 horas por dia até os 2 anos de vida;
de 10 a 13 horas por dia até os 6 anos de idade;
de 9 a 12 horas por dia até os 12 anos;
de 8 a 10 horas por dia durante a adolescência, até os 18 anos;
de 7 a 8 horas por dia a partir dos 18 anos de idade.
2. Alimentação
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A comida é um dos elementos essenciais para a sobrevivência de todos os seres vivos que habitam esse planeta. As mudanças no estilo de vida da população nas últimas décadas interferiram diretamente na qualidade dos alimentos ingeridos.
Grande parte das pessoas leva uma vida agitada. Muitos vivem atrasados para o trabalho ou sobrecarregados com as funções do dia a dia. Com isso, pulam refeições ou dão preferência a alimentos industrializados, ultraprocessados, ou ainda, acabam se alimentando em locais que não oferecem condições básicas de higiene no preparo das refeições. Tudo isso prejudica a alimentação balanceada a afeta a busca por uma vida mais saudável. Sendo assim, quando falamos em uma alimentação com qualidade, precisamos ter atenção a todos os fatores:
condições higiênicas para preparo e consumo;
frescor dos alimentos;
quantidade de nutrientes.
Afinal, cada alimento tem certo valor nutricional e nosso corpo tem a necessidade de cada nutriente. É preciso consumir a quantia indicada de carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais para atender a cada organismo. Nesse sentido, o apoio de um profissional em nutrição pode ajudar a alcançar as quantidades corretas, já que os nutrientes estão presentes em diferentes tipos de alimento, nas mais variadas proporções.
Dessa forma, o indivíduo pode garantir a energia necessária para que o corpo possa cumprir suas atividades diárias. Outra saída é aderir a conceitos de alimentação saudável, como o slow food, cujos restaurantes adeptos aos movimento vendem comida livre de conservantes, orgânicas e que seguem os princípios da sustentabilidade.
A importância de beber água
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Nosso corpo é composto por mais de 60% de água e exige que esteja hidratado para poder exercer suas funções corretamente. Por isso, o consumo de água é uma orientação comum dentro dos consultórios médicos. A água é responsável por expulsar as toxinas do corpo por meio do suor e da urina, regular a temperatura corporal e manter o funcionamento adequado do cérebro. Consumir diariamente 2 litros da substância in natura — ou seja, sem o acréscimo de sucos, açúcares ou outros ingredientes — é o suficiente para atingir esses objetivos.
Veja mais sobre o papel da água para conquistar um corpo saudável:
afeta a força física, a potência e a resistência;
ajuda a manter a aparência saudável da pele;
evita a constipação, a azia e, até mesmo, úlceras;
lubrifica e amortece os tecidos, as articulações e a medula espinhal , tornando os movimentos mais confortáveis, prevenindo ou combatendo o desconforto causado por doenças como a artrite;
mantém as vias aéreas saudáveis;
contribui para o funcionamento adequado dos rins, evitando o cálculo renal;
previne dores de cabeça causadas pela constipação.
3. Atividade física
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Um corpo saudável está em movimento. De acordo com o Grupo Médico do Noroeste do Arkansas (MANA), 86% dos custos de saúde dos Estados Unidos estão relacionados com o tratamento de doenças crônicas, como o diabetes e os problemas do coração. O risco de desenvolver ou o controle dessas doenças está intimamente ligado à diminuição de comportamentos de riscos e ao estilo de vida saudável. Praticar atividade física regularmente faz parte dessas escolhas.
A matéria publicada pela associação estadunidense também revela que o exercício físico aumenta a expectativa de vida, reduzindo o risco de mortalidade prematura. Ou seja, quem se movimenta é mais saudável e vive mais. Pessoas que levam um estilo de vida sedentário também correm o risco maior de desenvolver certos tipos de câncer. Além disso, interfere na boa saúde da mente. De acordo com os médicos da associação, o exercício melhora o humor, aumenta a força muscular, a densidade óssea e a flexibilidade.
Benefícios da atividade física
A Agência Nacional de Proteção à Saúde estadunidense (Centers of Disease Control and Prevention — CDC) é ainda mais específica quanto aos benefícios da atividade física para manter o equilíbrio e a saúde do corpo e da mente. Algumas dessas vantagens são sentidas imediatamente após praticar exercícios, especialmente, de forma moderada a intensa. Por exemplo, crianças de 6 a 13 anos sentem reflexos positivos nas funções cognitivas. Isso significa que as habilidades de pensamento e aprendizagem ficam aguçadas.
Já para os adultos, podem reduzir imediatamente os sentimentos relacionados à ansiedade, diminuindo o risco de depressão e melhorando o sono que você conferiu aqui ser um dos elementos fundamentais para garantir um estilo de vida saudável. O CDC recomenda, ainda, que 150 minutos por semana de atividade aeróbica diminuem o risco de o indivíduo sofrer:
alguns tipos de câncer, como de bexiga, mama, cólon, esôfago, pulmão e estômago;
aumento do colesterol ruim;
derrame cerebral;
diabetes tipo 2;
doenças cardíacas;
hipertensão.
No entanto, para garantir esses benefícios, é necessário levar um estilo de vida saudável como um todo. Ou seja, os exercícios devem estar associados aos demais pilares apresentados neste artigo.
4. Saúde mental
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Fotos: Reprodução/Google
O modo como pensamos, o que sentimos e a forma como agimos são regulados por nossa saúde mental. Quando está em equilíbrio, podemos controlar mais o estresse e a ansiedade, fazemos escolhas melhores e nossos relacionamentos tendem a ser mais tranquilos. Por isso, cuidar da saúde mental é um dos pilares da vida saudável, importante desde a infância e adolescência até a fase adulta.
Problemas que afetam a vida saudável
A falta de cuidado com a saúde mental interfere nos pensamentos, no humor e no comportamento dos indivíduos. Os principais fatores que podem interferir de forma negativa nesse processo são:
experiências de vida, como traumas, falta de convívio social ou situações de abuso;
fatores biológicos, como genes ou química do cérebro;
histórico familiar de problemas de saúde mental, como depressão.
Pessoas que estão com a saúde mental debilitada podem apresentar distúrbios no pensamento, comportamento, e nas emoções. Com isso, passam a ter dificuldades para lidar com a rotina e demandas da vida: lidar com problemas do cotidiano pode ser bem mais complicado do que para as outras pessoas. Nesse contexto, as duas condições de interferências na saúde mental mais comuns são:
bipolaridade;
depressão;
fobias específicas;
síndrome do pânico;
transtorno obsessivo-compulsivo (TOC);
transtorno de ansiedade generalizada (TAG).
Sinais de que a saúde mental não vai bem
Muitas vezes, os problemas relacionados com a saúde mental são silenciosos. A pessoa pode ser afetada e não se dar conta disso. Veja alguns sinais:
apresentar dores físicas ou tristezas que não consegue explicar;
mudar hábitos relacionados à alimentação e ao sono, aumentando ou diminuindo de modo significativo a quantidade e a frequência;
perder as perspectivas para o futuro;
afastar-se das pessoas com quem costuma conviver e deixar a rotina de lado;
perceber seus relacionamentos estremecerem;
sentir-se sem energias.
Fonte: com informações Portal Pórto
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