Presente em grande parte das comidas típicas dessa época, esse cereal é aliado da nossa saúde; entenda como
A festa junina é uma tradição em praticamente todas as regiões do Brasil, e todas elas têm, em comum, um alimento como protagonista: o milho, que está presente em pratos como a pamonha, a canjica, a pipoca e tantas outras delícias típicas dessa época.
Estudos apontam que esse cereal começou a ser cultivado entre 7500 e 12000 anos atrás, na região onde hoje está localizado o México. Com o passar dos anos, o alimento foi trazido para a América do Sul, onde foi descoberto pelos europeus a partir da colonização do continente, se espalhando pelo globo terrestre.Atualmente, o milho é produzido em diversas regiões do planeta. O Brasil é o terceiro maior produtor mundial, com 64 milhões de toneladas anuais, atrás apenas dos Estados Unidos (em 1º, com 384 milhões de toneladas) e da China (em segundo, com 231 milhões de toneladas).
O milho é uma commodity, ou seja, uma matéria-prima usada pela indústria para criação de diversos produtos industrializados, como ração para animais, xaropes e álcool."O milho é rico em antioxidantes que ajudam a combater os radicais livres, fortalecendo o sistema imunológico. Suas fibras solúveis auxiliam na digestão e promovem a sensação de saciedade, contribuindo para o controle do peso. Além disso, é fonte de vitaminas do complexo B, essenciais para o metabolismo energético.
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O consumo regular de milho pode também ajudar na saúde ocular, devido à presença de carotenoides como a luteína e zeaxantina", explica a nutricionista e professora de Nutrição da Faculdade Pitágoras, Silvana Alencar.Como alimento, o milho se destaca por ter um valor acessível e pela versatilidade de seu uso em receitas, sendo rico em carboidratos, proteínas, vitaminas do complexo B, além de ferro, fósforo, potássio e zinco.
Benefícios do milho para a saúde
Rico em nutrientes: o milho contém vitaminas A, B1 (responsável pela quebra de gorduras, colaborando para o metabolismo, além de ser importante para o desenvolvimento do sistema nervoso), C, e magnésio;
Rico em carotenoide: substância responsável pelo pigmento amarelado do milho, ela é muito importante para a alimentação humana, atuando diretamente na respiração celular e podendo agir como antioxidante no organismo;
Rico em luteína e zeaxantina: duas substâncias presentes em vegetais, auxiliam na proteção da visão humana contra os raios ultravioletas, prevenindo a degeneração ocular e até a catarata. Luteína e zeaxantina são tipos de carotenoides, além do betacaroteno que se converte em vitamina A em nosso organismo;
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Fotos: Reprodução/Google
Rico em fibras: por sofrer menos processos de refino (o que acontece com outros cereais como o arroz e o trigo), o milho conserva propriedades, principalmente na casca, sendo rico em fibras, o que ajuda no bom funcionamento do trato intestinal. Além disso, as fibras também ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue e o colesterol;
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Fonte de energia: por possuir carboidratos complexos, ajuda na produção de energia para o organismo.A nutricionista pontua que, quando usado em uma alimentação equilibrada, o milho é um grande aliado, mas alerta quanto aos modos de consumo. "Ao consumir milho, certifique-se de escolher milho fresco e bem cozido para evitar contaminações. Evite consumir milho enlatado com excesso de sal ou conservantes. Pessoas com intolerância ao glúten devem verificar se o milho não foi processado em instalações que também manipulam trigo ou outros cereais com glúten. Todas essas observações são essenciais para o consumo consciente e que gere benefícios à saúde", completa Silvana.
Fonte: com informações do Portal iG
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