Parcerias com artesãos do Nordeste criam cadeia de produção mais sustentável para a marca do paulista
O hábito de uma criança praticar tricô, aos seis anos de idade, é um sinal de que a veia artística está ali presente. Foi o que ocorreu com o designer paulista Luciano Pinheiro. A mãe artesã, desde cedo, o aproximou do trabalho criativo. Já o ofício do pai, pescador, criou uma relação próxima do filho com a natureza. Mestre em têxtil e moda pela Universidade de São Paulo (USP), Luciano atualmente utiliza do artesanato para promover a sustentabilidade na cadeia produtiva.
Nascido no litoral norte de São Paulo, Luciano Pinheiro teve uma infância marcada pela imersão no universo da natureza, tramas e técnicas manuais. Como farmacêutico, mudou-se para a capital paulista, onde a paixão pela moda começou a florescer, e logo foi atrás de estudos na área.
Paralelamente à profissão original, começou a vender bolsas em feiras da cidade. Em seguida, a formação na Universidade de São Paulo o inspirou a introduzir no mercado nacional opções de materiais da natureza para a moda, como pontas tingidas com pigmentos e tecidos de fibras naturais. Além das bolsas, as principais criações logo se tornaram os calçados.
Veja também
.jpg)
Busca por seios menores é tendência na cirurgia plástica
A marca Luciano Pinheiro atualmente se destaca pelo compromisso com matérias-primas de menor impacto ambiental e produção local, promovendo a brasilidade. Luciano, agora doutorando em ecologia aplicada, concentra sua pesquisa em resíduos fibrosos e reforça ainda mais o próprio compromisso com a sustentabilidade.
.jpg)
Fotos: Reprodução/Metrópoles
Atualmente, os produtos de Luciano Pinheiro estão disponíveis no site e na loja Nmalls, em Maceió (Alagoas). A marca Luciano Pinheiro não é apenas uma expressão de moda, mas uma narrativa de sustentabilidade, tradição e inovação. O contato próximo do artista com os fornecedores torna o processo criativo mais humano, sensível e cheio de histórias.
Fonte: com informações do Portal Metrópoles
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.