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Internacional - 22/07/2023

Congressistas vão à ONU e falam em abusos contra presos do 8/1

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Foto: Reprodução

Documento descreve ?gravíssimas violações dos direitos humanos de cerca de 1.500 cidadãos brasileiros? presos após atos

Um grupo de congressistas viajou para Nova York, nos Estados Unidos, para denunciar à ONU (Organização das Nações Unidas) supostas “gravíssimas violações dos direitos humanos” contra os cerca de 1.500 presos pelos atos extremistas do 8 de Janeiro.

 

A comitiva é integrada pelos senadores Carlos Portinho (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE) e Magno Malta (PL-ES) e o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RJ). Eles se reuniram na 6ª feira (21.jul.2023) com o embaixador do Brasil na organização internacional, Sérgio França Danese.

 

No encontro, entregaram um relatório de 50 páginas em que relatam violações dos direitos humanos contra os presos pela invasão dos prédios dos Três Poderes em Brasília.

 

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O texto fala em “gravíssimas violações dos direitos humanos de cerca de 1.500 cidadãos brasileiros perseguidos, presos e submetidos a tratamentos desumanos, ilegais, inconstitucionais e incompatíveis com os preceitos estabelecidos em tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, dentre os quais o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos”.

 

Fotos: Reprodução

 

Segundo Girão, “todos precisam saber o que está ocorrendo no Brasil”. Cidadãos são submetidos a “provações inimagináveis, com sistemático desrespeito à Constituição por aqueles que deveriam ser seus primeiros guardiões”, afirmou a jornalistas na noite de 5ª feira (20.jul), antes de embarcar para os EUA.

 
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“Temos pessoas presas além do prazo de prisão preventiva, advogados sem acesso a inquérito e a processos, uma limitação do direito de defesa, além da situação de pessoas, como foi constatada em visitas de senadores, presas com comorbidades, com câncer, autistas, diversas violações”, completou.

 

O documento entregue ao embaixador do Brasil na ONU foi assinado por cerca de 100 congressistas, de acordo com Girão. O senador disse que o grupo também pretende recorrer à OEA (Organização dos Estados Americanos) e outras organizações internacionais.

 

Fonte: com informações do Portal Poder 360 

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