Gestores avaliam que a elevação do ex-prefeito à pasta tem, também, aspectos positivos
A nomeação de Fernando Haddad para o comando do Ministério da Fazenda de Luiz Inácio Lula da Silva era esperada e causou reações diversas entre importantes membros do mercado financeiro.
Se, por um lado, existe a decepção em relação à escolha por não ser um nome tão próximo ao mercado, gestores avaliam que a elevação de Haddad à Fazenda tem, também, aspectos positivos — como a proximidade do novo ministro e do presidente eleito.
Não era segredo para ninguém a preferência de nomes como os dos ex-presidentes do Banco Central Persio Arida ou Henrique Meirelles para o posto.
Veja Também

Haddad se reúne com Paulo Guedes e inicia transição na Economia: "plano geral de voo foi tratado"
Acompanhe 2º tempo ao vivo de Brasil X Croácia por 1ª vaga na semifinal da Copa Do Mundo

Pesou negativamente na escolha também a leitura de que as três derrotas consecutivas de Haddad em eleições a cargos no Executivo — prefeitura, presidência da República e governo do estado — passem a impressão de que o futuro ministro seria apenas “um curinga” do PT.

Fotos: Reprodução
Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no Facebook, Twitter e no Instagram.
A avaliação, porém, é de que caberá a Lula e sua influência dar o tom da gestão de Haddad à frente das finanças.
Com Haddad: sem qualquer espaço para um novo “Posto Ipiranga” na área econômica - Ricardo Stuckert/PT
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.