07 de Maio de 2026

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Diversidade - 01/09/2024

Como ser rede de apoio a alguém em processo de transição de gênero

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Foto: Reprodução Google

O processo de identificação, transição e disforia são complicados por si só, por isso, ter uma rede de apoio é essencial

Quando um parceiro se assume como mulher ou homem trans, surgem diversos desafios e questões de como tornar esse processo mais tranquilo para os envolvidos. As pessoas trans enfrentam preconceitos e barreiras na sociedade, por isso, é crucial educar-se e aprender todos os pormenores sobre as questões que envolvem essa decisão.

 

O assunto ganhou mais notoriedade após a atriz Maria Casadevall surgir acompanhada de Airam Mares, com quem está em um relacionamento há três anos. A dupla costuma manter a discrição em relação ao romance. Em entrevista à revista Quem, Maria contou que a parceria se identifica como uma pessoa trans não-binária e que utiliza todos os pronomes para falar de si.

 

A revelação levantou um questionamento: como fazer parte da rede de apoio? Há diversas formas e, abaixo, a Pouca Vergonha dá sugestões eficazes.

 

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Pronome é identidade

 

 

De acordo com o tatuador e ilustrador Koda, um homem trans, respeitar o pronome e o nome escolhido é a primeira e mais eficiente medida.

 

“O apoio moral também é essencial. Um exemplo é na hora de a pessoa escolher roupas. Se alguém puder estar presente para criar um ambiente seguro para que ela não se sinta tão envergonhada ou com medo dessa etapa, estar lá com positividade e mente aberta faz a diferença”, aponta Koda.

 

Elogiar também é importante

 

 

A psicóloga Fernanda Angelini, por sua vez, afirma que elogiar e dizer palavras de afirmação são outros sinais de apoio. “Parece bobeira, mas é enorme a sensação de estar sendo reconhecido na beleza de ser você. Ter alguém que faça isso de forma não forçada vale ouro, e traz uma euforia de gênero muito gratificante”, defende.

 

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Fotos: Reprodução Google

 

Mais uma forma de apoio, na visão da especialista, é encorajar a pessoa a ir atrás dos profissionais de saúde adequados. “Às vezes, ajudar a marcar uma consulta ou acompanhá-la são maneiras legais de colaborar”, acrescenta a profissional.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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