19 de Abril de 2026

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Comportamento - 29/09/2021

Como evitar brigas e ter discussões construtivas no relacionamento

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Foto: Reprodução

Todo relacionamento está sujeito a desentendimento e discussões, mas para manter a relação bem-sucedida é preciso tomar algumas medidas para evitar desavenças desnecessárias, bem como expor seu ponto de vista de maneira saudável e construtiva.

 

Para superar os problemas da vida amorosa, é preciso respeito, paciência, empatia e comunicação, técnicas usadas por casais de sucesso.

 

A seguir, especialistas identificam alguns dos erros mais comuns que os casais cometem quando brigam, e mostram como corrigi-los com discussões saudáveis ??e produtivas; veja. As informações são da revista “Good Housekeeping”.

 

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Brigar por mais de um problema

 

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Às vezes, ao tratar um assunto é comum querer resolver outros, que nem sempre fazem parte do contexto. Esse mau hábito impede que o casal chegue à solução de um problema.

 

“Quando brigamos, precisamos tratar uma coisa de cada vez e nos manter no assunto”, esclarece a psicoterapeuta Daryl Appleton. Segundo ela, se um problema diferente persistir, vale reservar um momento específico para falar sobre o assunto. Após resolver o primeiro problema, é possível tratar um novo em uma conversa diferente.

 

Culpar o outro

 

A culpa é sempre dos outros? | Personare

 

Quando se está com raiva ou chateada, é normal ficar na defensiva e usar palavras que culpem o outro. No entanto, esse “método” pode sair da conversa saudável e construtiva e resultar em discordância e em um jogo de culpa.

 

A especialista indica evitar esse tipo de abordagem aos assuntos e tratá-los evidenciando o comportamento específico que te afeta. “Por exemplo, em vez de dizer: ‘Você me deixa com raiva porque não me escuta’, diga: ‘Estou chateada porque não me sinto ouvida agora’”, explica.

 

Generalizar a situação

 

Vida a dois: o que não fazer após uma briga de casal | Blog Psicoblog da  Rede Globo

 

Outro erro comum é usar termos que generalizam, como “sempre”, “nunca” e “todas às vezes”. Além de exagerados, podem ativar respostas defensivas do(a) parceiro(a) e oprimir ambos com uma sensação de impotência ou de que o problema é grande demais para ser resolvido.

 

Para evitar, mantenha o foco no que está sentindo no presente. Ao explicar como se sente neste caso específico, você pode resolver o problema atual sem precisar voltar aos assuntos passados. Se for tentador não generalizar, prefira usar palavras como “às vezes” e “normalmente”.

 

Críticas severas

 

Brigas de casal: críticas em excesso afetam a relação conjugal — Revista  News

 

Ninguém é perfeito e isso não justifica fazer críticas severas ao companheiro(a) de forma bruta e não construtiva, principalmente com ataque verbal.

 

A psicoterapeuta indica usar palavras de elogio e encorajamento. “É uma técnica. Por exemplo, inicie dizendo ‘Eu te amo’ ou ‘Eu me importo com você’ antes de falar sobre como se sente a respeito de algo. Em seguida, você pode terminar com ‘Eu quero descobrir isso juntos, como podemos fazer isso?’”, ensina.

 

Xingamentos e palavrões

 

Blog: O aspecto emocional de xingar uma pessoa segundo a psicologia |  Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional

 

Respeito é a base de qualquer relacionamento, ou seja, exclui qualquer xingamento, insulto e palavra de baixo calão. “Quando isso acontece, é uma interrupção da comunicação. Você não está mais brigando sobre determinado assunto, está atacando o caráter de uma pessoa e quem ela é”, declara Daryl Appleton.

 

Para evitar essa situação, mesmo no calor do momento, é preciso pensar e repensar nas palavras que deseja usar.

 

Discutir no momento e lugar errados

 

Briga de casal? Nunca na frente das crianças - Revista Crescer | Sexo e  Relacionamento

 

Nem toda discussão acontece quando o casal está a sós. Às vezes, desentendimentos surgem nos momentos mais inoportunos, como em público ou com os filhos, e isso não significa que você deva discutir as coisas ali mesmo. Engatar uma briga nessas situações pode agravar, resultar em mais angústia, constrangimento e vergonha.

 

A especialista indica não deixar se levar pelo momento. Ao invés disso, tente esperar a melhor oportunidade (ou marque algo) quando estiverem sozinhos para conversarem tranquilamente.

 

Discutir estressada, com fome ou alcoolizada

 

Não é só a raiva. É a fome falando - Internacional - Estadão

(Fotos: Reprodução)

 

É quase impossível ter uma discussão saudável e construtiva no calor do momento ou quando se está estressada, com fome ou alcoolizada, condições que comprometem o comportamento e impulsionam reações negativas.

 

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Antes de começar uma discussão, a psicóloga Jennifer Goldman-Wetzler indica fazer as seguintes perguntas: ‘Estou em boas condições e mentalidade para falar sobre isso agora?’ ‘Minhas necessidades básicas foram atendidas?’, ‘Dormi bem, comi bem e fiz exercício?’.

 

Fonte: IstoÉ

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