18 de Abril de 2026

NOTÍCIAS
Saúde da Mulher - 13/04/2024

Cientistas explicam por que mulheres têm a qualidade de sono das mulheres é pior que a dos homens. Veja

Compartilhar:
Foto: Reprodução/Google

Especialistas analisaram artigos publicados na última década sobre a pouco compreendida ?lacuna do sono? que existe entre homens e mulheres

Você já ouviu falar que a qualidade de sono das mulheres é pior que a dos homens? Uma revisão de estudos publicada na revista Sleep Medicine Reviews indicou que o relógio biológico deles funciona cerca de seis minutos mais rápido do que o delas, entre outras descobertas.

 

De acordo com os trabalhos analisados, as mulheres têm quase 60% mais chances de sofrer de insônia em comparação com os homens. Elas relatam ter mais noites ruins que eles, sendo frequentes as queixas relacionados à qualidade do sono.

 

Já os homens tendem a ter um sono menos restaurador, são mais propensos a serem notívagos (característica de quem tem hábitos ou costumes noturnos) e enfrentam uma maior incidência de apneia do sono.As diferenças no ritmo circadiano chamaram a atenção dos pesquisadores. As mulheres secretam melatonina mais cedo do que os homens, e a temperatura corporal central também atinge o pico mais cedo entre elas.Esses fatores, combinados com outras variações hormonais e físicas entre os sexos, contribuem para uma experiência de sono distinta.

 

 Veja também 

 

Sinais de Alerta na Saúde Ginecológica que Você Não Deve Ignorar

Fenômeno de Raynaud nas Mamas

 

A neurocientista Renske Lok, uma das principais autoras do estudo, destaca a importância das informações: “Embora uma diferença de seis minutos possa parecer pequena, é significativa no contexto do relógio biológico. O desalinhamento entre o relógio interno e os sinais ambientais, como luz e escuridão, pode ter consequências graves para a saúde ao longo do tempo.

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 

”Os problemas de sono nas mulheres também estão associados a distúrbios de saúde mental, como ansiedade e depressão, que são mais comuns nelas do que nos homens. Além disso, as mulheres apresentam maior chance de desenvolver distúrbios alimentares relacionados ao sono e a síndrome das pernas inquietas.

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram.

Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram. 

 

O estudo destaca a necessidade urgente de abordagens personalizadas na medicina do sono, levando em consideração as diferenças biológicas entre homens e mulheres. Compreender essas disparidades pode abrir caminho para tratamentos mais eficazes e direcionados, melhorando a qualidade de vida e o bem-estar geral.

 

Fonte: com informações do Portal Extra 

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.