17 de Maio de 2026

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Ciência e Tecnologia - 30/01/2024

Chip cerebral de Elon Musk: entenda como é o implante e para que serve

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Foto: Reprodução Google

O nome do chip implantado se chama Telepathy (telepatia, em tradução para o português)

A Neuralink, empresa do bilionário Elon Musk, realizou, no domingo, 28/1, o primeiro implante de um chip cerebral em um humano. A notícia foi compartilhada pelo empresário na noite de segunda-feira, 29/1, na qual acrescentou que os primeiros resultados foram promissores.

 

“O primeiro humano recebeu ontem um implante da Neuralink e está se recuperando bem. Os resultados iniciais mostram uma detecção promissora de picos de neurônios”, disse.

 

A Neuralink recebeu autorização da agência de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, em inglês) para testar os implantes em seres humanos em maio do ano passado. Desde então, Musk tem recrutado voluntários para receber a funcionalidade.

 

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Como funciona

 

 

O nome do chip implantado se chama Telepathy (telepatia, em tradução para o português). De acordo com o empresário, com o chip a pessoa poderá controlar o telefone ou o computador apenas pelo pensamento. O dispositivo é do tamanho de uma moeda e é colocado por meio de uma cirurgia invasiva, isso porque é necessário que ele seja implantado em uma região do cérebro responsável por controlar os movimentos.

 

A empresa utiliza um robô para o implante do chip, chamado também de Interface Cérebro-Computador. A ideia, agora, é saber a segurança do procedimento. Antes de humanos, os chips foram testados em primatas e, em vídeos compartilhados pela Neuralink, é possível observar os animais movimentando um curso de um computador com o pensamento.

 

Objetivo da Neuralink é ajudar pessoas que perderam movimentos

 

Apesar de ter um estigma, o chip cerebral é apontado por Musk como uma chance de ajudar pessoas que perderam o movimento a viverem melhor.

 

Para isso, os primeiros usuários do chip serão pessoas que perderam a funcionalidade de algum membro do corpo humano, como tetraplégicos. “Imagine se Stephen Hawking pudesse se comunicar mais rápido do que um digitador rápido ou um leiloeiro. Esse é o objeito”, pontuou o empresário.

 

Chip não é novidade, dizem cientistas

 

Fotos: Reprodução Google

 

Para a comunidade científica, a ideia de Musk não é novidade. Há uma série de estudos que implantaram dispositivos no cérebro para auxiliar os pacientes a voltarem a andar, por exemplo. Para os cientistas, a novidade de Musk é querer lançar o dispositivo para o mercado de massa, para qualquer pessoa que tenha perdido os movimentos e voltar a ganhar autonomia.

 

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No entanto, há uma preocupação ética para proteger os humanos para como os dispositivos serão usados e o potencial malicioso da invenção. Grupos de direitos humanos pedem que as empresas do ramo criem códigos de ética até que uma legislação sobre inteligência artificial seja implementada e abarque todos esses casos.

 

Fonte: com informações do Portal Correio Braziliense 

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