17 de Maio de 2026

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Internacional - 14/12/2022

China tem dificuldades com diagnóstico e para de contar casos de Covid no país

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Foto: Reprodução

Autoridades da China afirmaram nesta quarta-feira, 14, que a flexibilização das restrições para contenção do coronavírus tornaram o rastreamento de novos casos praticamente impossível.

Autoridades da China afirmaram nesta quarta-feira, 14, que a flexibilização das restrições para contenção do coronavírus tornaram o rastreamento de novos casos praticamente impossível.

 

Palco de raros protestos justamente contra a política conhecida como Covid zero, o país asiático vem relaxando as principais medidas de controle que vigoravam desde o início da pandemia, há quase três anos, como o fim da obrigatoriedade dos testes de detecção e a permissão para quarentena domiciliar.

 

Em novembro, antes da flexibilização, a China registrou níveis recordes de novos casos. Desde então, os números vêm caindo, mas a Comissão Nacional de Saúde afirma que os dados não refletem mais a realidade, o que seria uma consequência do afrouxamento das regras.

 

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Covid na China:País para de contar todos os casos e mortes - 14/12/2022 -  Mundo - Folha

 

“Muitas pessoas assintomáticas não precisam mais participar nos testes de ácido nucleico, o que torna impossível determinar com precisão o número real de pessoas assintomáticas infectadas”, diz um comunicado do órgão.

 

Alegando a mesma dificuldade em confirmar diagnósticos, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China anunciou que não vai mais divulgar relatórios diários. Há ainda rumores de que até a contagem de mortes deve sofrer alguma alteração, passando a considerar apenas os casos em que a Covid for apontada como causa principal do óbito e excluindo, por exemplo, pacientes com comorbidades.

 

Em novembro, antes da flexibilização, a China registrou níveis recordes de novos casos. Desde então, os números vêm caindo, mas a Comissão Nacional de Saúde afirma que os dados não refletem mais a realidade, o que seria uma consequência do afrouxamento das regras.

 

China para de contar todos os casos de Covid e alega dificuldades de  diagnóstico - 180graus - O Maior Portal do Piauí

 

“Muitas pessoas assintomáticas não precisam mais participar nos testes de ácido nucleico, o que torna impossível determinar com precisão o número real de pessoas assintomáticas infectadas”, diz um comunicado do órgão.

 

Alegando a mesma dificuldade em confirmar diagnósticos, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China anunciou que não vai mais divulgar relatórios diários. Há ainda rumores de que até a contagem de mortes deve sofrer alguma alteração, passando a considerar apenas os casos em que a Covid for apontada como causa principal do óbito e excluindo, por exemplo, pacientes com comorbidades.

 

Sun Chunlan, vice-primeira-ministra da China e principal articuladora da Covid zero, foi citada pela imprensa estatal alertando para a alta do número de casos em Pequim. Mas o regime parece determinado a seguir adiante com a abertura. A própria Sun prometeu no início do mês uma “abordagem mais humana” da crise sanitária e chamou atenção para a queda dos índices de letalidade da doença —desde o dia 3 de dezembro o país não registra mortes por Covid.

 

76% dos internados com Covid-19 em Wuhan ainda tinham sintomas 6 meses  depois

Fotos: Reprodução

 

A China enfrenta, contudo, um aumento de casos não inteiramente dimensionado e para o qual não está preparada, com milhões de idosos ainda sem esquema de vacinação completo e hospitais sem recursos para lidar com um fluxo inesperado de pacientes infectados.

 

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Sun Chunlan, vice-primeira-ministra da China e principal articuladora da Covid zero, foi citada pela imprensa estatal alertando para a alta do número de casos em Pequim. Mas o regime parece determinado a seguir adiante com a abertura. A própria Sun prometeu no início do mês uma “abordagem mais humana” da crise sanitária e chamou atenção para a queda dos índices de letalidade da doença —desde o dia 3 de dezembro o país não registra mortes por Covid.

 

A China enfrenta, contudo, um aumento de casos não inteiramente dimensionado e para o qual não está preparada, com milhões de idosos ainda sem esquema de vacinação completo e hospitais sem recursos para lidar com um fluxo inesperado de pacientes infectados.

 

Fonte: Com informações da Revista Cenarium

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