30 de Abril de 2026

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Meio Ambiente - 13/04/2025

Cheia do Rio Madeira afeta devasta plantações afeta e escolar no interior do Amazonas

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Foto: Reprodução/Google

Neste domingo, 13, o nível do Rio Madeira estava em 23,92 metros. segundo o monitoramento realizado pela Defesa Civil do Estado.

A cheia do Rio Madeira está devastando plantações e afetando a rotina escolar do município do de Humaitá, no interior do Amazonas. De acordo com a Defesa Civil, cerca de 16 mil pessoas já foram afetadas pela cheia do rio. Neste domingo, 13, o nível do Rio Madeira estava em 23,92 metros. segundo o monitoramento realizado pela Defesa Civil do Estado.

 

O nível do Madeira vem prejudicando a agricultura na zona rural do município. Diversas plantações já foram devastadas por conta da subida da água, causando perdas que ainda estão sendo calculadas pelos produtores rurais

 

“A gente aproximou mil pés de bananas e deu perda total (com a cheia do rio) e aí a banana que dá para colher não chega nem a R$ 200, deu perda total” relatou o agricultor, Júlio Cézar Gós


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Foto: Reprodução/Google

 

Outra área afetada é a da educação, segundo a Prefeitura de Humaitá, 20 escolas tiveram as aulas suspensas e cerca de 800 alunos estão sem aulas presenciais. Uma das formas encontradas para minimizar o impacto ano letivo é de os professores levar o conteúdo até a casa dos estudante. “Nosso método é o professor levar o material e orientações até a comunidade e até a cada aluno” explicou Arnaldina Chagas, secretaria de educação do município.

 

Na área urbana, a prefeitura está desenvolvendo ações de emergência para garantir o fluxo de transporte em algumas ruas que já estão inundadas. O executivo municipal também está entregando cestas básicas e água potável para a população atingida. Conforme a Agência Nacional de Águas (ANA), o Rio Madeira subiu seis metros desde o mês de janeiro, e já superou em três metros a marca registrada no mesmo período do ano passado.

 

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“Depois de 2014, essa é a maior cheia que estamos tendo , então praticamente toda produção da agricultura familiar, da população ribeirinha, foi perdida”, alertou o coordenador da Defesa Civil Municipal, Jonathan Maciel.


Fonte: com informações do g1

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