20 de Abril de 2026

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Saúde - 19/02/2023

Casos de influenza H1N1 disparam no Amazonas em janeiro e fevereiro de 2023

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Foto: Divulgação/Secom

De acordo com a FVS, entre janeiro e 15 de fevereiro de 2023, foram registrados 140 casos de influenza, do tipo H1N1, no Amazonas. No mesmo período do ano passado, não houve registro.

O Amazonas registrou 140 casos de influenza, do tipo H1N1, entre janeiro e 15 de fevereiro de 2023, de acordo com dados da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). No mesmo período de 2022, o estado não registrou nenhum caso da doença.

 

Segundo a FVS, há um aumento de doenças respiratórias durante o período sazonal da doença que, no Amazonas, compreende vai de novembro a maio, e coincide com o período chuvoso no estado.

 

Em 2021 e 2022, no período sazonal, o Amazonas registrou apenas um caso da doença. Em janeiro e fevereiro de 2022, a H1N1 não teve registro de casos no estado.

 

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No entanto, em 2023, o Amazonas teve 57 casos de H1N1 em janeiro e 83 nos primeiros 15 dias de fevereiro.

 

O enfermeiro Alexsandro Melo, chefe do Departamento de Vigilância Epidemiológica (DVE) da FVS-RCP, atribuiu o aumento à predominância da variante influenza H1N1 entre os casos de vírus respiratórios.

 

"Dentro dos vírus respiratórios, a gente têm a variação predominante. Então, não necessariamente, um vírus que circula em um ano, ele vai circular no outro ano", explicou o enfermeiro.

 

 

Segundo o chefe do DVE, durante análise da atuação da doença, foi perceptível que a influenza, geralmente, tem um aumento de casos a partir de novembro. Entre a virada de dezembro e janeiro, há um pico de notificações.

 

Entretanto, durante o atual período sazonal, não houve o pico de casos em dezembro. O aumento aconteceu no meio de janeiro e nos primeiros 15 dias de fevereiro.

 

"Normalmente, quando a gente acompanha os vírus, percebemos que eles têm uma tendência a aumentar o número de casos a partir de novembro. Então, ele começa a aumentar em novembro, dezembro. Na virada de dezembro para janeiro, nós temos geralmente um pico de notificações, que a gente não observou esse ano [2022], e está observando agora, de janeiro para fevereiro", esclareceu Alexsandro.

 

Foto: Reprodução

 

A diminuição de casos deve acontecer em março, quando o período sazonal fica próximo do fim. "Ainda temos uns 40 a 60 dias de circulação do H1N1, e depois, tende a diminuir o número de casos" apontou o chefe do DVE.

 

Prevenção

 
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As principais medidas preventivas para vírus respiratórios, como a influenza, são as seguintes:

 

-Atualização do esquema vacinal;

-manter as mãos higienizadas;

-usar máscara de proteção respiratória se tiver sintomas gripais;

-não compartilhar objetos pessoais.

 

Fonte: Com informações do Portal G1 

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