19 de Abril de 2026

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Internacional - 27/02/2026

Caso Epstein derruba CEO do Fórum Econômico Mundial: 'Decidi renunciar'

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Foto: ReproduçãoGoogle

Norueguês teve três jantares de negócios com Epstein e também se comunicou com o financista por email e mensagem de texto

O presidente e presidente-executivo (CEO, na sigla em inglês) do Fórum Econômico Mundial, Borge Brende, anunciou na quinta-feira que está deixando o cargo, algumas semanas depois de o fórum ter iniciado uma investigação independente sobre sua relação com o criminoso sexual Jeffrey Epstein.

 

Brende, que se tornou presidente do FEM em 2017, anunciou sua decisão em um comunicado após revelações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos que mostraram que o norueguês teve três jantares de negócios com Epstein e também se comunicou com o financista por email e mensagem de texto.

 

“Após cuidadosa consideração, decidi renunciar ao cargo de presidente e presidente-executivo do Fórum Econômico Mundial. Meu tempo aqui, que durou 8 anos e meio, foi profundamente gratificante”, disse ele. “Sou grato pela incrível colaboração com meus colegas, parceiros e constituintes, e acredito que agora é o momento certo para o Fórum continuar seu importante trabalho sem distrações”, acrescentou Brende, ex-ministro das Relações Exteriores da Noruega. Brende não fez nenhuma menção a Epstein.

 

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Em uma nota separada, Andre Hoffmann e Larry Fink, copresidentes do fórum com sede em Genebra que organiza a cúpula anual de Davos, disseram que a análise independente conduzida por um advogado externo sobre os laços de Brende com Epstein havia sido concluída. As conclusões são de que não havia preocupações adicionais além do que já havia sido divulgado anteriormente, de acordo com a nota. Os copresidentes afirmaram que Alois Zwinggi atuará como presidente e presidente-executivo interino, e que o Conselho de Administração do fórum supervisionará a transição da liderança, incluindo um plano para conduzir um processo para identificar um sucessor permanente.

 

Larry Summers renunciou à Harvard

 

Fotos: ReproduçãoGoogle


Na quarta-feira, 25, o ex-secretário do Tesouro dos EUA, Larry Summers, anunciou que deixará seu cargo de professor na Universidade de Harvard no final do ano letivo, também em meio às contínuas repercussões de suas ligações com Epstein. Summers, que também é ex-presidente da Harvard, tem sido alvo de críticas desde que a Comissão de Supervisão da Câmara dos Deputados dos EUA divulgou documentos detalhando uma correspondência pessoal entre Summers e Epstein. Nenhuma evidência de irregularidade por parte de Summers veio à tona.

 

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Summers deixou de lecionar em Harvard e entrou em licença como diretor de uma escola de negócios e governo da universidade em novembro, depois que a universidade anunciou que iria conduzir uma investigação sobre as pessoas citadas nos arquivos de Epstein. Summers permanecerá de licença até se aposentar de seus cargos acadêmicos e docentes em Harvard, no final do ano letivo. Summers também renunciou em novembro ao conselho da OpenAI, desenvolvedora da ferramenta de inteligência artificial ChatGPT, depois que Harvard anunciou sua revisão. Ele disse na época que estava “profundamente envergonhado” por suas ações e afirmou que se afastaria de compromissos públicos para “reparar o relacionamento com as pessoas mais próximas a mim”.

 

Fonte: Com informações Revista IstoÉ 

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