O delegado responsável pelo 24º Distrito Integrado de Polícia, Marcelo Martins, destacou que a polícia está investigando por que o hospital emitiu um documento com a informação falsa de que a médica Juliana Brasil, responsável pelo atendimento do menino,
A polícia civil está colhendo depoimentos do setor de farmácia do Hospital Santa Júlia no inquérito que apura a morte do menino Benício Xavier Freitas, de 6 anos. Na quarta-feira (17), mais três pessoas da gestão da unidade hospitalar serão ouvidas. A investigação quer entender por que não havia farmacêutico no setor de pediatria no momento em que a criança foi atendida e morreu após receber doses de adrenalina por via intravenosa.
O delegado responsável pelo 24º Distrito Integrado de Polícia, Marcelo Martins, destacou que a polícia está investigando por que o hospital emitiu um documento com a informação falsa de que a médica Juliana Brasil, responsável pelo atendimento do menino, é pediatra ao Cadastro Nacional de Documentos de Saúde. Segundo o delegado, a prática foi usada pela unidade para cumprir a cota de especialistas pediatras.
Enquanto isso, nos depoimentos que estão sendo colhidos nesta terça-feira, a polícia tem questionado gestores da farmácia sobre a ausência de farmacêutico no setor pediátrico no momento do atendimento e morte de Benício, um ponto central para entender se os protocolos de segurança e revisão de prescrições foram seguidos ou negligenciados.
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Foto: Reprodução/Google
Ainda de acordo com o delegado, após os depoimentos complementares, as investigações aguardam os resultados da perícia do Instituto de Criminalística do Amazonas, que analisará todo o sistema do hospital, incluindo o processo de prescrição e autorização da medicação administrada na criança. O acesso ao sistema depende de decisão judicial que tramita na 1ª Vara do Tribunal do Júri.
Fonte: com informações Acrítica
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