Atividades iniciaram com os desfiles do Grupo de Acesso
O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), somou mais de 1 mil pessoas atendidas nas ações para prevenção de violação de direitos humanos desde quinta-feira, 01/02. Os trabalhos encerraram no sábado, 03/02, com o desfile do Grupo Especial, no Sambódromo, quando foram atendidas cerca de 400 pessoas.
Pela primeira vez, a Sejusc disponibilizou crachás para a identificação de crianças e adolescentes, seguindo o determinado pela Portaria 003/2023, da Justiça do Estado do Amazonas (TJAM), que proíbe a entrada de crianças em eventos carnavalescos. Nas três noites, mais de 330 crianças e adolescentes foram barrados com base na Portaria.
Veja também
.jpg)
Justiça mantém prisões de suspeitos envolvidos em 'rolezinhos' em Manaus
.jpeg)
O autônomo Ismael Guimarães, estava com a esposa e a filha Ana Letícia, de 13 anos, e aprovou a iniciativa da identificação. Acostumado a acompanhar os desfiles, ele acredita que a fiscalização fez diferença. “Em relação aos anos anteriores está muito mais organizado, achei muito boa a iniciativa de identificar as crianças, acho que dá mais segurança”, comentou.
.jpg)
Ação preventiva sobre violação dos direitos humanos no Sambódromo
A Sejusc também esteve com uma Central de Achados & Perdidos e o Posto de Acolhimento no Sambódromo. Cinco documentos encontrados, além de cartões e crachás da empresa.
Quem não resgatou os pertences no Bloco G pode ir, a partir de segunda-feira, 05/02, no PAC [Posto de Atendimento ao Cidadão] do Parque 10, das 8h às 17h, para verificar se o documento foi entregue a um servidor da Sejusc.
Espaço Acessível
.jpg)
Fotos: Ygson França/Sejusc
O já tradicional Espaço Acessível, voltado para Pessoas com Deficiências (PcD), lotou de brincantes que foram assistir suas escolas do coração. Nas três noites foram mais de 60 beneficiários, além de idosos e pessoas com baixa mobilidade. O espaço tem o auxílio de equipes da Sejusc, com o traslado de usuários entre a Vila Olímpica e o Bloco G, em uma van adaptada para o deslocamento de pessoas com mobilidade reduzida.
Fonte: com informações da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.