?Ele se multiplica mais rápido e tem menos opções de tratamento?, esclarece o oncologista René Aloisio da Costa Vieira
Médicos do Hospital de Amor de Barretos (SP) e da Universidade de São Paulo (USP) fizeram um levantamento nacional avaliando mamografias de mulheres brasileiras.
Eles descobriram que a ancestralidade das mulheres pode ser um fator de risco para o desenvolvimento de câncer de mama.O estudo apontou que mulheres com ascendência africana têm uma tendência maior a ter o subtipo de câncer de mama mais agressivo, o triplo-negativo.
“Ele se multiplica mais rápido e tem menos opções de tratamento”, esclarece o oncologista René Aloisio da Costa Vieira, um dos autores do estudo à Agência Fapesp,
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Para chegar à conclusão sobre o risco da ancestralidade, os pesquisadores avaliaram os exames de 1 mil mulheres de todas as regiões do Brasil.
A relação foi observada a partir de avaliações genéticas e não pela cor da pele, já que as ascendências não necessariamente se refletem em características externas do corpo.
Fonte: com informações do Portal Metrópoles
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