16 de Abril de 2026

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Geral - 23/02/2026

Campanha da Fraternidade reforça importância do Minha Casa, Minha Vida, destaca Alckmin

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Foto: Cadu Gomes/VPR

Presidente em exercício participou da missa de lançamento da campanha, em Aparecida (SP), neste domingo (22), e ressaltou a expectativa do programa de alcançar 3 milhões de casas contratadas até o fim de 2026

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que a Campanha da Fraternidade deste ano, dedicada ao tema da moradia, contribui para valorizar políticas públicas voltadas à redução do déficit habitacional, como o Minha Casa, Minha Vida. Alckmin participou da missa de lançamento da Campanha da Fraternidade, no domingo (22), no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP).

 

Segundo ele, o acesso à casa própria representa a realização de um dos maiores sonhos das famílias brasileiras. “É uma campanha da fraternidade muito importante, porque o sonho da família, o sonho das pessoas, é ter um teto. Você sair do aluguel, poder realizar o sonho de ter a casa nova”, destacou. Alckmin lembrou que, mesmo para famílias de renda média, a aquisição de um imóvel exige esforço, e que, para trabalhadores de menor renda, o desafio é ainda maior.

 

Por isso, ressaltou que o Minha Casa, Minha Vida foi estruturado para facilitar o acesso à moradia, sem exigência de entrada e com prestações mais acessíveis. O Minha Casa, Minha Vida celebrou em janeiro uma conquista antecipada: a superação do marco traçado em 2023 com mais de um ano de antecedência. Entre 2023 e 2025, foram contratadas 2,11 milhões de unidades em todo o país, viabilizadas por um investimento de R$ 317,78 bilhões do Governo do Brasil. “E a expectativa é chegar até o fim do ano com 3 milhões de contratos assinados”, adiantou Alckmin.

 

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Além de garantir dignidade às famílias, o presidente em exercício destacou o impacto econômico do programa. “Isso gera emprego. É construção civil, é emprego na veia e realiza o sonho da casa própria das famílias”, afirmou.

 

Comércio exterior e tarifaço


Ao comentar a recente medida do governo dos Estados Unidos de novas tarifas globais de 15% para produtos estrangeiros, Alckmin avaliou que a medida não retirou a competitividade brasileira, uma vez que passou a valer de forma uniforme para diferentes países. “Como ela é igual para todo mundo, nós não perdemos competitividade”, afirmou. O presidente em exercício destacou ainda que, em alguns setores estratégicos, as tarifas foram zeradas, como no caso de combustíveis, carne, café, celulose, suco de laranja e aeronaves.


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Segundo ele, a isenção é especialmente relevante para a indústria aeronáutica brasileira, que depende do mercado externo para manter escala e competitividade. Alckmin lembrou que, mesmo com o chamado “tarifaço”, o Brasil registrou recorde de exportações no último ano, com US$ 348,7 bilhões, resultado atribuído à diversificação de mercados e à ampliação de acordos comerciais. Ele citou como exemplos recentes os avanços do Mercosul em negociações com Singapura, países da Efta e União Europeia, além da importância da agenda internacional do presidente Lula para fortalecer parcerias estratégicas, como Estados Unidos e Índia. Para Alckmin, a ampliação de mercados é essencial para a indústria nacional. “As indústrias, se não exportarem, não sobrevivem. Exportação significa emprego e renda aqui dentro”, concluiu.

 

Fonte: Com informações Agência Gov 

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