Total de 3.240 flagrantes foi o maior em 15 anos e representa alta de 25% em relação ao 2022, segundo levantamento feito pelo R7
Mais de 3,2 mil trabalhadores foram resgatados de situações análogas à escravidão em 2023, o maior número em 15 anos e 25% a mais em relação a 2022, de acordo com dados levantados no Painel Radar Sit.
A região Sudeste concentrou a maior quantidade de ações e resgate, com 225 estabelecimentos visitados e 1,1 mil pessoas resgatadas.
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Confira o ranking por região:
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• Sudeste 225: fiscalizações e 820 resgates;
• Centro-Oeste: 114 fiscalizações e 820 resgates;
• Nordeste: 105 fiscalizações e 552 resgates;
• Sul: 84 fiscalizações e 497 resgates; e
• Norte: 70 fiscalizações e 168 resgates.
Individualmente, os estados que apresentaram maiores ocorrências foram:
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Fotos: Reprodução/Google
• Goiás: 739,
• Minas Gerais: 651 e
• São Paulo: 392.
Nos últimos 15 anos (veja no gráfico abaixo), 2009 tinha sido o ano com o maior resgate de trabalhadores, com 3.765 pessoas identificadas em situação análoga à escravidão no país.
R$ 13,3 milhões em verbas rescisórias
Segundo dados do painel, em 2023, os envolvidos em trabalho escravo tiveram que pagar aos trabalhadores R$ 13,3 milhões em verbas rescisórias. Além disso, 2,1 mil guias de desemprego foram emitidas e 650 locais visitados ao longo do ano passado.
Fonte: com informações do Portal R7
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