19 de Abril de 2026

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Economia - 23/02/2026

Brasil não perde competitividade com aumento da alíquota dos EUA para 15%, pois tarifa é igual para todo mundo, diz Alckmin

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Foto: Divulgação

Aumento da tarifa dos EUA para 15% foi anunciado neste sábado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, após a Suprema Corte do país ter derrubado o tarifaço imposto no ano passado. Alckmin também destacou a visita que Lula faz a Trump em março.

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou no domingo (22) que o aumento tarifas globais de importação dos Estados Unidos de 10% para 15% não gera perda de competividade para empresas brasileiras. Isso ocorre, segundo ele, porque a tarifa é igual para todos países. Ele deu as declarações em Aparecida do Norte (SP), onde participa da Missa de Lançamento Celebrativo da Campanha da Fraternidade de 2026.

 

"Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competividade. Em alguns setores, ela zerou. Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranjas, aeronaves. Foi positivo. Acho que tem uma avenida de negociação com a ida do presidente Lula agora e março aos EUA para a gente conseguir abordar, ainda, questões não tarifárias", disse Alckmin.

 

O aumento da tarifa dos EUA para 15% foi anunciado neste sábado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, após a Suprema Corte do país ter derrubado o tarifaço imposto no ano passado. Ele disse que a elevação é legal e permitida pelos instrumentos jurídicos existentes.

 

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De acordo com cálculo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), feito com base em dados de 2024 da Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (USITC), a decisão da Suprema Corte dos EUA impacta o correspondente a US$ 21,6 bilhões em vendas externas brasileiras ao país.

 

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Fotos: Divulgação

 

Em Aparecida do Norte, Alckmin também destacou que está otimista pela aprovação do acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia no mês de março pelo Congresso Nacional. Ele citou a preocupação de alguns setores, como de vinho, por exemplo, com a concorrência. Mas ponderou que o acordo fechado prevê salvaguardas ao Brasil. "Se tiver um pico [de importações], suspende [as compras do exterior]", explicou.

 

Fonte: Com informações G1 

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