O combate ao crime organizado e a asfixia financeira das facções criminosas são prioridades da política de segurança pública do Governo do Brasil. Em 2025, a Polícia Federal apreendeu mais de R$ 9,6 bilhões em dinheiro, bens e ativos ligados a esses delit
O combate ao crime organizado e a asfixia financeira das facções criminosas são prioridades da política de segurança pública do Governo do Brasil. Em 2025, a Polícia Federal (PF) apreendeu mais de R$ 9,6 bilhões em dinheiro, bens e ativos ligados a esses delitos, aumento de 64% em relação ao ano anterior e crescimento de 80% desde 2022. Desde 2023, mais de R$ 20 bilhões em bens e valores foram retirados das mãos de criminosos. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) intensificou a atuação na repressão ao tráfico de drogas, armas e contrabando nas rodovias federais e na região de fronteira, marcando, de janeiro a novembro, 31 mil registros de ocorrências. O combate às facções criminosas chegou pela primeira vez ao andar de cima, e nenhum dinheiro ou influência vai nos impedir de ir adiante"
O perfil do crime organizado mudou nos últimos anos, ao transcender as fronteiras nacionais e se tornar um fenômeno global. Desde 2023, o Governo do Brasil, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), foca em ampliar a eficiência da estratégia de enfraquecer financeiramente as facções com a instauração simultânea de iniciativas locais, nacionais e internacionais.
"Criamos uma comissão para implementar uma estratégia comum contra o crime organizado transnacional e instituímos um grupo de trabalho especializado sobre recuperação de ativos, a fim de asfixiar as fontes de financiamento de atividades ilícitas", afirmou Lula durante a 67ª Cúpula do Mercosul, em 20 de dezembro, em Foz do Iguaçu (PR). “As verdadeiras ameaças à soberania se apresentam hoje na forma da guerra, das forças antidemocráticas e do crime organizado.
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Enfraquecer as instituições significa abrir espaço para o crime organizado", completou.PF E PRF: PILARES – A PF e a PRF são centrais no combate ao crime organizado. Em 2025, o valor apreendido pela Polícia Federal inclui dinheiro em espécie, imóveis, embarcações, aeronaves, criptoativos e ouro, além de valores em contas bancárias bloqueadas. De acordo com dados do MJSP, os resultados indicam a intensificação na estratégia de descapitalização das facções.
No período de 1º de janeiro a 5 de dezembro deste ano, a PF apreendeu 68.265 kg de cocaína contra 74.501 kg em 2024; e 677.117 kg de maconha em 2025 contra 482.973 kg em 2024, aumento de 40% nas apreensões da droga. No comparativo dos últimos anos, houve aumento de 27% no número de prisões (1.914 em 2022 para 2.439 em 2024 e 2.146 prisões até outubro de 2025).

Fotos: Reprodução/Google
Já a PRF, que atua na repressão ao tráfico de drogas, armas e contrabando nas rodovias federais, contribuiu para a descapitalização do crime organizado ao apreender ativos e mercadorias ilícitas nas fronteiras e estradas. Neste ano, também realizou a detenção de 38.362 pessoas e a recuperação de 7.394 veículos em ações de fiscalização e policiamento nas rodovias federais. Como resultado desse esforço, foram apreendidas 1.057 armas de fogo e mais de 54 mil munições.
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Também são resultados da PRF em 2025 a apreensão de 46 milhões de maços de cigarro, 42 toneladas de cocaína, 717 toneladas de maconha, mais de 6 mil comprimidos de ecstasy e 30 mil metros cúbicos de madeira ilegal. Mais de 213 kg de ouro ilegal foram apreendidos, o que causou um prejuízo de R$ 152 milhões ao crime organizado.
Fonte: com informações Gov
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