23 de Abril de 2026

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Política - 25/05/2022

Bolsonaro recorre de decisão de Toffoli que rejeitou pedido de investigação contra Moraes

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Foto: Reprodução

Presidente havia apontado suposto abuso de autoridade de ministro na condução do inquérito das fake news

O presidente Jair Bolsonaro recorreu na terça-feira, 24, da decisão do ministro Dias Toffoli que rejeitou o pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

 

O pedido foi apresentado por Bolsonaro no dia 17 e alegou suposto abuso de autoridade de Moraes em decisões no chamado inquérito das fake news.

 

Relator do caso, Toffoli entendeu que não há crime na conduta do ministro e rejeitou o pedido de Bolsonaro.

 

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Bolsonaro recorre de decisão que rejeitou investigação contra Moraes

 

O recurso apresentado ao STF foi levado pelo mesmo advogado do Paraná que enviou a notícia-crime ao Supremo na semana passada. O pedido quer que Toffoli reconsidere a decisão e envie o caso à Procuradoria Geral da República (PGR) ou que o caso seja analisado pelo plenário.

 

Já há um pedido de investigação contra Moraes feito pelo mesmo advogado em análise na PGR.

 

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Dias Toffoli

 

Na decisão em que rejeitou a investigação contra Alexandre de Moraes, o ministro Dias Toffoli deixou claro que não há crime na conduta do magistrado.

 

Toffoli entendeu ainda que o fato de Moraes ser o relator do inquérito das fake news "não é motivo para concluir que teria algum interesse específico".

 

"Considerando-se que os fatos narrados na inicial evidentemente não constituem crime e que não há justa causa para o prosseguimento do feito, nego seguimento", escreveu Toffoli na decisão.

 

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Alexandre de Moraes (Fotos: Reprodução)

 

O ministro afirmou também que o estado democrático de direito impõe a todos deveres e obrigações e que um juiz não pode ser transformado em réu "pelo simples fato de ser juiz".

 

Toffoli afirmou, ainda, que a maioria das alegações de Bolsonaro é matéria de defesa, isto é, deve ser apresentada nos inquéritos aos quais o presidente responde.

 

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Além disso, declarou que os "recursos contra atos praticados por ministros da Suprema Corte nos inquéritos ou nas ações penais são apreciados pelo Colegiado, que, inclusive, já teve a oportunidade de se debruçar sobre algumas das questões aqui ventiladas".

 

Fonte: Portal G1

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