O presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia militar no Palácio do Planalto, no último dia 5
O presidente Jair Bolsonaro recebe nesta quarta-feira representantes da Meta, empresa que controla o WhatsApp, para discutir o acordo do aplicativo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de só permitir a criação de grupos com milhares de pessoas após as eleições em outubro.
O objetivo disso é colaborar com o combate às fake news durante a campanha. O titular do Planalto reagiu dizendo que ao compromisso era "inaceitável" e que não deveria ser cumprido.
O encontro com os responsáveis pelo WhastApp ocorrerá nesta manhã no Palácio do Planalto em uma agenda com o ministro das Comunicações, Fábio Faria, encarregado por Bolsonaro de tratar do tema.
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O presidente já declarou que se o WhatsApp poderia fazer um acordo com o TSE, a plataforma também poderia fazer com ele.

Fábio Faria (Fotos: Reprodução)
— Já conversei com o (ministro das Comunicações) Fábio Faria. (Ele) vai conversar com representante do WhatsApp aqui no Brasil para explicar (o acordo). Se ele (WhatsApp) pode fazer um acordo com o TSE, pode fazer comigo também, por que não? — disse Bolsonaro, em entrevista à CNN Brasil, durante o feriado de Páscoa no Guarujá.
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O compromisso do WhatsApp com o TSE foi firmado em janeiro durante uma reunião entre o então presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso (hoje Edson Fachin comanda a Corte), e o chefe internacional do WhatsApp, Will Cathcart, para debater as ações que serão implementadas pelo aplicativo de mensagens para combater notícias falsas e apoiar o processo eleitoral no Brasil neste ano.
Fonte:Portal O Globo
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