23 de Abril de 2026

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Política - 13/08/2022

Bolsonaro minimiza ação contra Trump: Justiça 'funciona' nos EUA

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Foto: Reprodução

FBI fez operação na residência do ex-presidente norte-americano, na última segunda-feira em busca de documentos confidenciais

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, neste sábado (13/8), que, apesar de ter liberdade de conversar com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não o fez após agentes do FBI — a polícia federal norte-americana — fazerem buscas na residência do ex-presidente, o resort Mar-A-Lago, na Flórida.

 

A operação ocorreu na última segunda-feira (8/8). O FBI buscava documentos confidenciais relacionados a armas nucleares e outros itens.

 

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“Eu tenho liberdade de conversar com Trump, mas não liguei para ele. Foi uma busca e apreensão, essa? Foram buscar papeis lá, secretos, sigilosos, que teriam sido guardados com ele”, disse Bolsonaro, em entrevista ao canal no YouTube Cara a Tapa, com Rica Perrone.

 

“Agora, um presidente, você não precisa de papéis, eu tenho informações privilegiadas, vão fazer o quê? Vão me prender agora?”, prosseguiu ele.

 

Trump entrou na mira das autoridades federais dos EUA após uma comissão no Congresso do país, uma espécie de CPI, encontrar indícios de participação do ex-presidente na tentativa de insurreição em 6 de janeiro do ano passado, quando o prédio do Capitólio foi invadido por militantes insatisfeitos com o resultado da eleição vencida por Joe Biden.

A invasão não teve sucesso em impedir a confirmação da vitória do atual presidente, mas fragilizou a democracia nos EUA e acabou com cinco mortos.

 

Operação do FBI

 

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Fotos: Reprodução


A operação do FBI desta semana estava relacionada a uma investigação sobre o manuseio dos registros do Arquivo Nacional. As autoridades dizem que o Trump rasgou muitos documentos. Os presidentes americanos são obrigados por lei a transferir todas as suas cartas, documentos de trabalho e e-mails para os Arquivos Nacionais.

 

Trump nega irregularidades e alega que os itens apreendidos em sua casa não eram considerados sigilosos ou secretos. Ele ainda acusou a operação de possuir contexto político.

 

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“É má conduta do Ministério Público, e uso do sistema de justiça como arma. Um ataque de democratas da esquerda radical, que desesperadamente não querem que eu concorra à presidência em 2024”, afirmou.

 

“Tal abuso só poderia ocorrer em países quebrados do Terceiro Mundo. Infelizmente, a América agora se tornou um desses países, corrupto em um nível nunca visto antes. Eles até arrombaram meu cofre”, continuou Trump, em nota também distribuída a veículos de imprensa nos EUA, como a emissora CNN.

 

Dentre os itens removidos pelo FBI em Mar-a-Lago constam 20 caixas, pastas de fotos e uma carta de clemência escrita em nome do estrategista político Roger Stone, um aliado de longa data de Trump.

 

Também foram recuperadas informações sobre o “Presidente da França”, mas não houve divulgação desse conteúdo.

 

Fonte: Portal Metrópoles

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