21 de Abril de 2026

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Política - 08/04/2022

Bolsonaro e Casa Civil tramam para quebrar setores que respondem por 75% da Zona Franca de Manaus

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Foto: Reprodução

Nos corredores do Palácio do Planalto e em ministérios como o da Economia e Casa Civil está sendo urdido o mais fatal golpe ao modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) em seus anos 55 anos de existência.

 

A publicação do novo decreto do governo federal que reduz o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), protegendo a Zona Franca de Manaus havia sido costurada entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador do Amazonas, Wilson Lima. Porém, fontes do Poder em Brasília e no Amazonas dão conta do recuo do Planalto.

 

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Uma minuta do novo decreto a ser publicado em 30 dias que circula por entre os bastidores aponta que os setores Duas Rodas, informática e de refrigerantes estariam fora de uma lista de proteção à ZFM. Juntos, respondem por cerca de 75% dos empregos e do faturamento do modelo, incluindo as suas cadeias de suprimentos. As empresas de produtos finais e componentistas são os maiores pagadores de ICMS ao Amazonas. Assim, a queda na arrecadação do Estado e a quebradeira será generalizada, aponta um economista líder de entidade nacional importante na ZFM.

 

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Interesses da Casa Civil


Além de querer compensar seus pacotes de bondades visando à reeleição empobrecendo o Amazonas, Bolsonaro atende a setores de simpáticos a ele, como os motociclistas. O grupo pressiona o presidente a baratear as motocicletas importadas, um prejuízo à indústria nacional que provocará a ida de postos de trabalho do Brasil para outros países. Há também fortes rumores de que “alguém na Casa Civil do governo” teria interesses nada republicanos em enfraquecer indústria nacional de Duas Rodas. E o texto do novo decreto está parado onde? Na Casa Civil.

 

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Após reunião em restaurante em Brasília, os presidentes do PSDB (Bruno Araújo), MDB (Baleia Rossi), Cidadania (Roberto Freire) e União Brasil (Luciano Bivar) fecharam o plano de um candidato de consenso entre as quatro legendas a ser anunciado no dia 18 de maio. Antes, o União Brasil deve indicar o nome do partido que será apreciado pelos demais caciques. Ainda que enfrente muitas resistências no grupo, Sergio Moro mantém agenda de pré-candidato, assim como o gaúcho Eduardo Leite e o paulista João Doria.

 

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Além de atirar no próprio pé com declarações que reforçam a narrativa bolsonarista e de parte da direita de que seria extremista, Lula ainda precisa apagar os incêndios dentro do seu núcleo duro. Chamou o secretário de Comunicação do PT, Jilmar Tatto, para uma conversa reservada nesta sexta-feira, 8. O objetivo é conter as turras entre Tatto e Franklin Martins, o coordenador de comunicação da pré-campanha. A forma como Franklin avançou sobre setores da comunicação que antes eram atribuição do PT e como escolheu o marqueteiro Augusto Fonseca estão no centro da polêmica.

 

Fonte: Portal Revista Cenarium

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