Em entrevista à Record, emissora amiga dele que o interroga pouco e o deixa falar à vontade, Bolsonaro disse que não tinha participação em suposto monitoramento da campanha eleitoral de 2022 pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
Para variar, Bolsonaro mentiu. E para variar, julgou a culpa de um crime nas costas de um dos seus auxiliares – o general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, e golpista de carteirinha.
Em entrevista à Record, emissora amiga dele que o interroga pouco e o deixa falar à vontade, Bolsonaro disse que não tinha participação em suposto monitoramento da campanha eleitoral de 2022 pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
Se houve monitoramento, a responsabilidade foi de Heleno, ao qual a Abin se subordinava:“Em dado momento [da reunião ministerial de 2022], Heleno falou que ia seguir os dois lados, se inteirar dos dois lados. É o trabalho da inteligência dele, que eu não tinha participação nenhuma”.
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Foto: Reprodução/Google
“Em dado momento [da reunião ministerial de 2022], Heleno falou que ia seguir os dois lados, se inteirar dos dois lados. É o trabalho da inteligência dele, que eu não tinha participação nenhuma”.
Fonte: com informações do Portal Metrópoles
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