Atualização do cadastro começa em março nos CRAS
Mais de 1 milhão de beneficiários do Bolsa Família que vêm recebendo o pagamento de maneira irregular, pode ser excluído do programa até dezembro, conforme afirmou o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
De acordo com o ministro Wellington Dias ao G1, após serem encontrado indícios de irregularidades em 2,5 milhões de beneficiários, cerca de 1,4 milhão já foram excluídos da folha de março.
Ainda segundo o ministério, cerca de 1 milhão de irregularidades, deverá ser excluído até dezembro.
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Por isso, o governo começa neste mês a atualização do cadastro dos beneficiários, e a meta é concluir o processo até dezembro.
Com um custo estimado em R$ 14 bilhões, pelos cálculos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, 20,9 milhões de famílias devem receber o Bolsa Família em março.
Atualização do cadastro

O governo federal contratará 12 mil pessoas para realizar atualizações cadastrais dos beneficiários.
O processo se dará da seguinte maneira, segundo o governo:
-as famílias serão chamadas aos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) a partir deste mês de março para atualizar os dados;
-os beneficiários não precisam se dirigir aos CRAS antes de serem chamados e continuarão recebendo o benefício;
-caberá ao CRAS a marcação de data e horário (em alguns casos, o funcionário poderá comparecer à residência do beneficiário para checar informações adicionais);
-em caso de não comparecimento do beneficiário, o pagamento do Bolsa Família será bloqueado no prazo de até dois meses (começando em maio para os convocados em março);
-em caso de comprovação de recebimento indevido, o cancelamento do benefício será automático;
-pessoas com mais de 50 anos ou com deficiência terão prioridade de atendimento.
Segundo Wellington Dias, as pessoas seguirão recebendo o benefício durante o processo de atualização sem a necessidade de procurar os CRAS.
Pagamento do Bolsa Família

Fotos: Reprodução
O programa prevê os seguintes pagamentos a famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza:
-pelo menos R$ 600 por família;
-R$ 150 adicionais para cada criança de até 6 anos;
-R$ 50 adicionais para crianças com mais de 7 anos e jovens com menos de 18;
-R$ 50 adicionais para gestantes.
Fonte: Com informações do Portal Norte de Notícias
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