Programa ProFloresta é uma dos maiores em compra de créditos do Brasil e tem como meta recuperar 50 mil hectares de áreas degradadas do bioma
A Petrobras e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinaram, o protocolo de intenções para aquisição de créditos carbono a partir da restauração da Floresta Amazônica.
Na fase piloto, o investimento será de R$ 450 milhões a cada três mil hectares. Serão até cinco projetos contratados na fase inicial. O lançamento do projeto aconteceu na sede da Petrobras, no centro do Rio.
Na ocasião, a presidente da Petrobras disse que a iniciativa é “inédita” e com isso poderão precificar o mercado de crédito de carbono: “O Projeto marca a estreia da Petrobras na compra de créditos de carbono de restauro de longo prazo”. Em conversa com jornalistas, Chambriard acrescentou: “Crédito de carbono é como ação que eu posso comprar e vender.”
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A proposta da parceria busca fomentar a restauração ecológica e terá investimento de até R$ 1,5 bilhão ao longo do ciclo. O tempo ainda não foi determinado.

Fotos: Reprodução/Google
Chamado de ProFloresta+, o programa vai promover a restauração de até 50 mil hectares de áreas degradadas na Amazônia (cerca de 50 mil campos de futebol), capturando aproximadamente 15 milhões de toneladas de carbono (equivalente ao emitido anualmente por 8,94 milhões de carros movidos a gasolina).
As empresas solicitarão dinheiro ao BNDES para restauração da floresta. A partir do restauro, vão ser gerados creditos de carbono, que serão comprados pela Petrobras. Desde o dia 24, está aberta uma consulta pública ao mercado sobre a minuta do edital e o contrato de compra de créditos de carbono. A previsão é que o edital seja lançado em julho.
Fonte: com informações Exame
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