Conheça a trajetória de Suzana Rodrigues, designer que, com matéria-prima natural, transforma acessórios em biojoias
Quem não gosta de se embelezar e se enfeitar com peças únicas, como colares, pulseiras e brincos feitos à mão? Há quem ame ter esses acessórios em casa, e há quem seja fascinado em produzi-los com as próprias mãos. Esse é o caso da designer Suzana Rodrigues (@suzanarodriguesbiojoias), 63 anos, que há mais de 40 se apaixonou pela arte manual de fazer bijuterias.
Nascida em Anápolis (GO), mas moradora de Brasília desde 1968, Suzana começou a produzir bijuterias inicialmente como hobby, mas depois buscou maneiras de fazer uma renda extra em cima daquilo de que tanto gostava. “Eu fazia bijuterias de noite e vendia no trabalho, também dava para parentes venderem”, conta. Anos depois, em 2002, Suzana encontrou o seu diferencial no mercado: a matéria-prima natural.
Depois de fazer o primeiro acessório, um cinto, com uma semente encontrada pelo pai, Suzana trocou os materiais tradicionais que usava, como cristal, strass e resina, e iniciou sua jornada no mundo das biojoias. Utilizando-se de materiais vindos da terra, a designer produz colares, brincos e pulseiras únicas que encantaram milhares de pessoas.
Veja também

Quem é Aymeê Rocha, cantora que denunciou exploração sexual em Marajó
Do Vidigal ao Louvre: conheça a chef brasileira que assumirá restaurante no museu em Paris
.jpeg)
Foto: Reprodução Google
Naquele mesmo ano, Suzana começou um trabalho voluntário na penitenciária feminina, que consistia em ministrar um mês de curso de bijuteria para nove internas. Foi durante esse período que ela descobriu o seu fascínio pelas biojoias. Suzana capacitou mais de 300 mulheres em um período de quase cinco anos.
Para a designer, a experiência foi de grande importância para a sua trajetória pessoal e profissional. “Quando eu falo sobre o nosso trabalho, é a minha criação com as minhas alunas, porque eu sozinha não sou nada”, afirma. Pelo caráter social, sustentável e de ressocialização, a ação ganhou destaque na mídia e, posteriormente, rendeu grande reconhecimento internacional da produção de biojoias.
Fonte: com informações do Portal Correio Braziliense
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.