Sesc-Flamengo na segunda final do Carioca 2021
Todo duelo de Superliga é difícil, mas imagina enfrentar logo de cara o Sesi-Bauru e o Osasco, semifinalistas na última temporada? Pois bem, o Sesc-Flamengo estreará na competição contra o Bauru, fora de casa, e na rodada seguinte receberá o atual campeão paulista.
O maior problema, na visão de Bernardinho, está no ritmo de jogo, uma vez que as jogadoras do Flamengo só atuaram duas vezes, no jogo de ida e de volta do Estadual. Enquanto o clube carioca entrou em quadra apenas na final contra o Fluminense, as rivais disputaram cinco partidas da fase de classificação do Paulista, a semi e a final, no caso do time de Osasco.
- Então, a grande questão é essa. Nós precisamos ganhar ritmo, precisamos trabalhar bem, porque jogamos só duas partidas, né? Outras equipes jogaram cinco, seis, dez partidas em ótimo nível. Jogamos duas boas partidas contra o Fluminense, que é uma equipe muito bem montada, mas a questão é essa: ganhar ritmo, ser um time, poder mudar, mesclar como a gente fez na decisão do Carioca e sabendo que vamos jogar contra times muito fortes, que têm um ritmo maior - disse o treinador rubro-negro.
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Maior campeão da Superliga com 12 títulos no bolso, o Sesc-Flamengo não manteve o seu padrão nas últimas temporadas, nas quais o elenco foi eliminado nas quartas de final. Na de 2018/2019, o Sesi-Bauru fez história ao acabar com sequência de 14 finais consecutivas do Sesc e se classificar à semi. Devido ao coronavírus, a edição de 2019/2020 foi cancelada, e em 2020/2021, o Bauru voltou a vencer o Sesc-Flamengo nas quartas.
- Quando o Rio, o Sesc entra em quadra, a gente tem sempre uma coisinha ali. Por mais que eles sejam fortes, a gente consegue às vezes surpreender. Vamos ver. São times muito fortes. Primeiro deles, o Bauru, depois o Osasco. A responsabilidade é deles. Eles têm a obrigação de ganhar nesse primeiro momento. Então vamos jogar a pressão para lá - completou Bernardinho.
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Foto: Reprodução
Agora no Sesi-Bauru, a ponteira Drussyla analisou a reedição das quartas de final da última temporada e citou o momento inconstante do time, que foi eliminado na semifinal do Paulista para o Barueri, de José Roberto Guimarães.
- Será um jogo muito difícil. O Sesc-Flamengo é uma equipe que tem muito volume, pois é uma característica que o seu treinador, o Bernardo, gosta de imprimir aos seus times, além de uma defesa muito forte. Também conta com ótimas ponteiras e um banco muito forte, com meninas novas e de características diferentes que acabam por compor um bom grupo. Além disso, após os últimos resultados no Estadual, estamos tentando buscar uma nova característica de jogo e estamos focadas em buscar um desempenho melhor na Superliga - afirmou a ex-atleta do Flamengo.
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Pela segunda rodada da competição, o Sesc RJ Flamengo receberá o Osasco, no dia 5 de novembro, às 21h. O clássico mais antigo do vôlei terá como palco o Tijuca Tênis Clube e contará com a presença parcial de público.
Fonte: Ge
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