A promotora de Justiça Ynna Breves afirmou que, sem rubrica específica no orçamento, a política de acolhimento ?não existe?.
Audiência pública realizada nesta terça-feira, na CMM, escancarou um problema: a capital ainda não assegura orçamento claro e suficiente para a proteção de crianças e adolescentes. Promotores, conselheiros tutelares e entidades da rede de acolhimento relataram falta de estrutura, recursos e prioridade política.
"Não existe" - A promotora de Justiça Ynna Breves afirmou que, sem rubrica específica no orçamento, a política de acolhimento “não existe”.
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Cobrança - O vereador Raiff Matos (PL), presidente da Comissão de Direitos da Criança, cobrou que a Prefeitura inclua rubricas específicas para acolhimento institucional na Lei Orçamentária Anual.
Fonte: com informações Acrítica
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