08 de Maio de 2026

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Inspiração Amazônica - 18/10/2022

Atriz amazonense é convidada para representar o audiovisual brasileiro na Semana Internacional das Artes em Paris

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Foto: Reprodução

A amazonense é a única brasileira a participar da exposição intitulada "Os Jardins do Meta-Reino".

A atriz e produtora audiovisual amazonense Iasmim Benayon foi convidada para participar da Semana Internacional das Artes, em Paris, na França. A amazonense é a única brasileira a participar da exposição intitulada “Os Jardins do Meta-Reino”, que faz parte do movimento de Artes Jada, uma franquia de feiras de arte, com eventos anuais que têm conquistado o reconhecimento como uma das 10 melhores feiras de arte de Miami. O evento será realizado de 19 a 23 de outubro.

 

Benayon foi escolhida por conta da produção da série “Surta Deise”, criada no início da pandemia, no ano de 2020 e foi lançada em 2021, na qual conta sobre uma personagem chamada Deise, interpretada pela própria Iasmim que aborda o tema de como irá lidar com os problemas pós-pandêmicos.

 

“Fui convidada diretamente pelo criador da Jada Movimento, Argo Jonatas. Estou me sentindo realizada! Saí do Amazonas em busca de novas oportunidades e conhecimentos na minha área do audiovisual e do teatro. Poder mostrar minha criação e representar o teatro e o audiovisual amazonense e brasileiro na Semana das Artes, em Paris. Eu nem estou acreditando nisso. Ainda do lado do Museu de Louvre é demais para o meu currículo”, comemora a atriz em tons de (risos).

 

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Temática abordada

 

 

Para este ano, mais de 13 profissionais das artes foram convidados para a exposição com o tema que aborda o caos global experimentado nos últimos três anos na saúde, clima, governo e economia. “O tema ‘casa’ com a série Deise que vive em um mundo paralelo na qual denomino como metaverso.

 

A personagem tem muitos desequilíbrios, surtos, ansiedade, imaginações e cria no seu próprio mundo. Essa série representa muito as síndromes que a Covid-19 deixou para diversas pessoas. Na série, queremos passar um alerta para as pessoas que não sabem que possuem esses traumas, como ansiedade, agonia, aflição, medo, pânico e estresses do dia a dia“, explica a amazonense que complementa:

 

“Eu mesmo escrevo os roteiros, eu mesmo dirijo as cenas, cuido do figurino, do cenário, locação, maquiagem, faço as edições de vídeo para que a série fique pronta do jeito que imagino. O legal é que a personagem usa gírias amazonenses para se expressar diante dos problemas que vai enfrentando. A série tem uma pitada de comédia”, salienta.

 

Talentos múltiplos

 

 

Aos 26 anos, Iasmin é atriz profissional formada pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Criada no Bairro Flores, Zona Centro Sul de Manaus, a amazonense foi idealizadora da Escola de Teatro Iaska Arte, na qual ministrou oficinas e cursos de interpretação durante 2 anos.

 

Em busca de mais oportunidades, a artista foi para São Paulo trabalhar no setor audiovisual e publicidade, cidade onde já atuou e participou de trabalhos com artistas como Chitãozinho e Xororó, Sabrina Sato, Danilo Gentili, Iza e Rodrigo Faro.

 

Fotos: Reprodução

 

A profissional comemora as conquistas, mas lamenta o não reconhecimento no próprio Estado. “A vida para quem se dedica à arte é muito puxada, cada oportunidade conquistada deve ser celebrada, ainda mais àqueles que, como eu, vem de uma cidade que tem tanto a oferecer, mas não apoia os artistas locais. Uma pena, tem muito profissional bom em nosso Amazonas”, pontua Iasmim.

 

Sobre o Jada

 

O Movimento Jada foi fundado nos Estados Unidos pela artista e empreendedora norte-americana Dana Blickensderfer e pelo artista e acadêmico brasileiro-americano Arto Jônatas.

 

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A curadoria da exposição fica por conta de Jonathan Schurdevin e de acordo com Jônatas, o movimento atua como uma organização guarda-chuva que patrocina e cria essas plataformas de criatividade ilimitada em todo o mundo.

 

“Promovemos uma polinização cruzada de ideias e possibilidades entre vários âmbitos da sociedade, sempre com o artista como a figura central em toda a ação. Como um movimento de arte metamodernista, a Jada se concentrou em criar conversas significativas em todos os seus empreendimentos, levando a uma expansão de sua presença em importantes círculos acadêmicos (…) e incluiu uma grande representação de artistas, acadêmicos e criadores de tendências nos painéis de conferência de suas feiras e exposições de arte desde 2019, o que lhe rendeu elogios, mesmo entre os críticos do modelo de feira de arte“, destacou o fundador.

 

Fonte: Com informações da Agência Amazônia 

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