17 de Abril de 2026

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Qualidade de Vida - 16/02/2024

Atitudes para um envelhecimento saudável

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Foto: Reprodução/Google

Até pouco tempo, velhice era sinônimo de doença. Mas esses conceitos estão ultrapassados. Conheça algumas atitudes para um envelhecimento saudável.

Até bem pouco tempo, envelhecimento era sinônimo de doença. Se a pessoa tinha tido a chance de chegar aos 70 anos, dali em diante, manter-se vivo, quaisquer que fossem as condições, era considerado lucro. Um argumento preconceituoso preconizava que, nessa idade, todos deveriam conformar-se com a deterioração da qualidade de vida e o mau funcionamento do organismo.

 

Esses conceitos estão absolutamente ultrapassados. Não se discute mais a possibilidade de gozar vida saudável mesmo nas idades mais avançadas. Para tanto, alguns cuidados devem ser incorporados ainda na infância, para que determinados hábitos não interfiram negativamente no processo de envelhecimento.

 

Respeitados esses princípios, envelhecer pode representar uma conquista e não um castigo. Na importa a idade, vale a pena mudar comportamentos que promovam viver com mais saúde e disposição.

 

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 A maioria das pessoas associa envelhecimento à doença, uma espécie de tributo que devemos pagar pelo direito de ficarmos velhos. Tem algum fundamento essa ideia?

 

Sem sombra de dúvida, o aumento da expectativa de vida fez crescer o risco de surgirem-se doenças, em geral, ligadas ao processo de envelhecimento. Moléstias que costumam aparecer depois da quinta década de vida, aparecem com mais frequência agora, porque as pessoas vivem mais. No passado, a incidência era menor, simplesmente porque elas morriam antes de completar 50 anos.

 

No entanto, não se pode admitir que envelhecer signifique obrigatoriamente ficar doente. É preciso deixar claro que ter uma doença manifesta, o que evidentemente é um problema, não é sinônimo obrigatório de comprometimento funcional. Hoje, existe a possibilidade de tratar essa doença adequadamente, pois contamos com recursos para evitar que ela se transforme em causa de prejuízo funcional. Exemplo dos mais gritantes é o dos diabéticos. Bem cuidado, o portador de diabetes evolui com a mesma qualidade de vida e de ação independente que as pessoas sem a doença.

 

 

Do ponto de vista pessoal e social, o problema é o diabético mal cuidado e o mesmo se pode dizer dos hipertensos, dos portadores de osteoartrose ou de qualquer outra enfermidade crônica que tenha se manifestado numa fase anterior àquela que o indivíduo está vivendo.

 

Todas essas moléstias, devidamente tratadas, não representarão empecilho para o envelhecimento saudável, na verdade entendido como uma condição funcional independente de existirem ou não doenças.Infelizmente, em parte por comodismo (essa é uma justificativa para não enfrentar a nova realidade), em parte por desconhecimento mesmo, as pessoas não se conscientizam dos benefícios que a mudança de certos hábitos pode trazer para a qualidade de vida.

 

Estudos epidemiológicos e científicos, cada vez mais frequentes, provam isso. Até pouco tempo, o idoso era excluído desses estudos, porque representava uma população minoritária, de menor interesse, portanto. Hoje não é mais assim. Estamos envelhecendo e todos queremos envelhecer com saúde. Essa nova realidade estimulou a pesquisa e não é exagero dizer que, atualmente, sabemos mais sobre envelhecimento do que permitiu o conhecimento humano acumulado durante séculos.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

Está claro que a mudança de hábitos e mesmo de condições físicas revela melhora da condição funcional em curtíssimo tempo. Existem evidências nítidas de que, um ano após o indivíduo de 70 anos ter parado de fumar, sua condição funcional é superior à do que continuou fumando.

 
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E digo mais: oito semanas de interrupção do tabagismo para a pessoa que vai ser operada cria a possibilidade de complicações operatórias muito menores do que as enfrentadas por alguém que continuou fumando até a véspera da cirurgia. Ou seja, fumante contumaz que consiga interromper o tabagismo nas oito semanas que antecedem a cirurgia, terá condições pré, intra e pós-operatórias muito melhores do que o paciente que continuou fumando. 

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles

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