06 de Maio de 2026

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Internacional - 17/10/2023

Ataque a hospital em Gaza deixa ao menos 500 mortos, dizem palestinos

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Foto: Reprodução Google

Segundo informações do governo da Palestina, o suposto ataque israelense teria resultado na morte de mulheres e crianças em Gaza

Ao menos 50o pessoas morreram em um suposto bombardeio israelense contra um hospital na Faixa de Gaza, nesta terça-feira, 17/10. A informação, segundo a agência de notícias Al Jazeera, foi passada pelo Ministério da Saúde da Palestina. O ataque contra o hospital al-Ahli Arab Hospital foi classificado pelas autoridades palestinas como um “crime de guerra”.

 

O perfil na rede social X (antigo Twitter) do Ministério das Relações Exteriores da Palestina afirmou que o ataque, realizado por aviões de Israel, resultou “na morte de centenas de palestinos, o que inclui crianças e mulheres”. O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, decretou luto de três dias diante do ataque ao hospital. A informação é da agência oficial WAFA, que confirmou “um grande número de pessoas mortas e feridas”.

 

Até o momento, a guerra entre Israel e o grupo radical Hamas resultou em mais de 4,4 mil mortes. O levantamento leva em conta informações do Ministério da Saúde da Palestina com dados divulgados pela Embaixada de Israel no Brasil até esta terça-feira, 17/10. Na Palestina, 3.061 perderam a vida. Já as autoridades de Israel informam 1,4 mil mortes. Somados ambos os lados, o número de feridos passa dos 17 mil.

 

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Crise humanitária

 

Esta terça, 17/10, marca o 11º dia da guerra entre Israel e o Hamas. O conflito teve uma escalada em 7 de outubro, quando o Hamas promoveu um ataque-surpresa a Israel. Desde então, Israel tem promovido bombardeios contra a Faixa de Gaza. Além do lançamento dos ataques no território palestino, o governo de Israel promove um bloquei à Faixa de Gaza. A ação tem levado os mais de 2 milhões de moradores da região a lidar com a escassez de recursos como alimentos, combustível e remédio.

 

Na noite dessa segunda-feira, 16/10, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) voltou a discutir uma resolução que trata do conflito entre Israel e o grupo radical. O objetivo seria frear a guerra de forma a conter as consequências humanitárias na região.

 

Fotos: Reprodução

 

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A cúpula, porém, não chegou a um consenso e será retomada nesta terça-feira, 17/10, com uma proposta feita por diplomatas brasileiros. Ontem, com duas minutas na mesa, apenas uma delas foi votada. O texto apresentado pela Rússia pedia um cessar-fogo imediato, além de ajuda humanitária, mas sem condenar diretamente o Hamas.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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