19 de Abril de 2026

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Política - 24/11/2025

"Assunto da Justiça, não meu", afirma Ibaneis sobre a prisão de Bolsonaro

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Foto: Ed Alves/ CB

Governador do DF, Ibaneis Rocha, participou, nesta segunda-feira, 24, da formatura de mais de 1,5 mil estudantes do Renova DF

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), não quis comentar a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, durante agenda oficial realizada nesta segunda-feira, 24/11.

 

Na chegada ao evento de formatura do RenovaDF que marcou início do Feirão do Trabalhador, o chefe do Buriti apenas afirmou: “Assunto da Justiça, não meu".

 

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Depois de falar com os jornalistas, Ibaneis seguiu para o palco onde seria realizada a formatura de mais de 1,5 mil estudantes. Já o Feirão do Trabalhador, no Eixo Monumental, vai oferecer 4,2 mil vagas de emprego e serviços de orientação profissional para a população.

 

 

Julgamento

 

Nesta segunda, 24, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, manter a prisão preventiva de Bolsonaro. Os ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia acompanharam o voto pela manutenção da medida, analisada no plenário virtual. A prisão do ex-presidente foi decretada após a Polícia Federal (PF) apontar que a tornozeleira eletrônica usada por Bolsonaro foi danificada por uma fonte de calor, possivelmente um aparelho de solda, à 0h08 de sábado, 22.

 

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A PF considera que o episódio configura violação das medidas cautelares impostas no inquérito que apura a trama golpista. Bolsonaro foi preso na manhã de sábado, 22, em sua casa, no Jardim Botânico, e permanece na Superintendência da Polícia Federal, no Setor Policial Sul. A prisão é preventiva, sem prazo determinado. O pedido foi feito pela Polícia Federal ao STF e teve aval da Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo as autoridades, a prisão não está diretamente ligada à condenação na investigação sobre a tentativa de golpe, mas às tentativas de quebras de medidas cautelares previamente impostas pelo Supremo.

 

Fonte: Com informações Correio Braziliense 

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