O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pode curtir sossegadamente o fim de semana. Pode, finalmente, descansar.
O político conseguiu aumentar a arrecadação nos dois primeiros meses do ano e a área econômica conseguiu entregar, na sexta, 22, uma avaliação de receitas e despesas com um resultado positivo, indicando que – a continuar assim – o déficit do final do ano estará em R$ 9,3 bilhões, o que é 0,1%. Ou seja, zero, como ele Ou seja, zero, como ele tanto prometeu.
Esse fato levou a área econômica a propor um bloqueio de despesas de apenas R$ 2,9 bilhões. É uma vitória econômica porque tinha muita gente prevendo que o bloqueio teria que ser muito maior do que isso. E se fosse, isso provocaria uma pressão enorme sobre os rumos da economia.
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Foto: Reprodução Google
É também uma vitória política porque houve tentativa de mudar a meta antes de começar o ano. Sabiamente, Haddad pediu tempo até março – ou até agora para que o resultado fosse apresentado, mostrando que ele tinha razão.
Houve aumento de arrecadação nos dois meses. E tanto em janeiro quanto em fevereiro os itens de arrecadação que aumentaram foram justamente os impostos que ele quis cobrar, tanto o que recai sobre os investimentos dos fundos exclusivos, quanto a reoneração dos combustíveis. Dois impostos, dois meses, duas vitórias. Dois pra lá, dois pra cá, Haddad está bem. Por enquanto.
Fonte: com informações da Revista Veja
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