Ex-general Santiago Riveros em tribunal em 2009
Um juiz argentino sentenciou 19 ex-militares à prisão nesta quarta-feira por crimes contra a humanidade cometidos durante a brutal ditadura militar do país nos anos 1970 e 1980, incluindo pelo sequestro de trabalhadores de uma fábrica de automóveis.
As sentenças determinadas por um tribunal federal de Buenos Aires incluem condenações por desaparecimentos, homicídios, tortura e o sequestro de crianças. Os crimes foram cometidos contra cerca de 350 vítimas durante o regime militar que governou o país entre 1976 e 1983.
A ditadura deixou aproximadamente 30.000 pessoas desaparecidas, segundo grupos de direitos humanos, embora a determinação de números exatos permaneça um tema de discussão.
Veja também

Papa dará voz às mulheres em nomeação de bispos
Países da Otan assinam protocolos de adesão de Finlândia e Suécia
.jpg)
O ex-general Santiago Riveros, anteriormente condenado em outros julgamentos por violações de direitos humanos, estava entre os sentenciados. Ele foi sentenciado a cumprir prisão perpétua após ser declarado culpado de mais de uma centena de crimes, incluindo sequestro, estupro e assassinato, segundo o veredicto desta quarta.
.jpg)
Fotos: Reprodução
As condenações também abrangeram acusações de que sete trabalhadores foram sequestrados em uma fábrica da Mercedes Benz nos subúrbios de Buenos Aires a partir de 1976 pelas forças militares com o apoio de executivos da empresa.
Um representante local da Mercedes Benz não respondeu de imediato ao pedido por comentário.
Fonte: Revista IstoÉ
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.