06 de Junho de 2026

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Meio Ambiente - 07/06/2026

Apuí e Boca do Acre ganham reforço contra queimadas

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Foto: Reprodução/Google

A escolha dos municípios não é casual. Apuí e Boca do Acre estão no mapa das áreas mais vulneráveis à estiagem, aos focos de calor e à cobrança nacional sobre desmatamento e incêndios florestais.

O governador Roberto Cidade escolheu dois endereços simbólicos para tentar se antecipar à próxima crise da fumaça no Amazonas. Apuí, a 453 quilômetros de Manaus, e Boca do Acre, a 1.028 quilômetros da capital, estão no mapa sensível do sul do estado, região onde a estiagem costuma transformar foco de calor em desgaste ambiental, sanitário e político. O anúncio da instalação de novas bases do Corpo de Bombeiros miram justamente esse território.

 

Epicentro - A escolha dos municípios não é casual. Apuí e Boca do Acre estão no mapa das áreas mais vulneráveis à estiagem, aos focos de calor e à cobrança nacional sobre desmatamento e incêndios florestais.


Reforço - A contratação de 153 brigadistas, prometida por Cidade, dá dimensão mais concreta ao discurso de prevenção. O contingente deverá ser deslocado principalmente para municípios do sul do Amazonas, onde os incêndios florestais costumam se concentrar no período seco.

 

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Caixa - Com investimento estimado em R$ 4,7 milhões, anunciado pelo governador durante a EcoAmazônia, o Executivo Estadual tenta mostrar que não está tratando queimadas apenas com seminário, estande e boa intenção.

 

Alcance - Em um ano, a capilaridade do Corpo de Bombeiros do Amazonas mais que dobrou. Entre maio de 2025 e maio de 2026, a corporação passou de 11 para 24 municípios com bases permanentes ou grupamentos integrados.

 

Risco - O Amazonas aparece no pior ponto do mapa nacional quando o assunto é segurança passiva nas rodovias. Segundo recorte da Pesquisa CNT Rodovias, 74,7% das estradas avaliadas no estado têm baixo índice de “perdão ao motorista” (conceito usado para medir se a via ajuda a reduzir ou agravar as consequências de um acidente).

 

Contraste - O dado, divulgado pela Folha de S. Paulo, chama ainda mais atenção porque o Amazonas teve apenas 989 quilômetros de rodovias avaliados, menos de 10% da extensão analisada em São Paulo, onde foram examinados quase 11 mil quilômetros.

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 

Estrutura - O índice da Confederação Nacional do Transporte leva em conta elementos que podem salvar vidas em caso de acidente, como acostamentos, defensas metálicas, barreiras, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

 
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Diplomacia - O Teatro Amazonas vai receber neste fim de semana as cores da Suécia. A iluminação especial marca os 200 anos das relações diplomáticas entre Brasil e o reino escandinavo, uma história que passa por cooperação política, econômica e cultural. A homenagem também lembra os 150 anos da visita de Dom Pedro II à Suécia, em 1876, primeira viagem oficial de um chefe de Estado brasileiro ao país europeu.

 

Amazônia - Para a cônsul da Suécia em Manaus, Gisélle Lins Maranhão, a Amazônia é hoje um campo estratégico para novas parcerias em inovação, bioeconomia e sustentabilidade. A Suécia já tem buscado presença regional, com exposições realizadas em Manaus e ação ambiental no Igarapé do Gigante. 

 

Fonte: com informações Acrítica

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