A agência foi comunicada pelas fabricantes dos medicamentos sobre as falsificações e publicou duas medidas preventivas, que determinam a apreensão e a proibição de comercialização, distribuição e uso dos produtos falsos.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) alertou profissionais de saúde e a população sobre lotes falsificados dos medicamentos Ozempic e Tysabri. O Ozempic é usado para tratamento de adultos com diabetes tipo 2. Já o Tysabri é indicado para tratar esclerose múltipla.
A agência foi comunicada pelas fabricantes dos medicamentos sobre os lotes falsificados e publicou duas medidas preventivas, que determinam a apreensão e a proibição de comercialização, distribuição e uso dos produtos falsificados.
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Veja abaixo como identificar os medicamentos falsificados:
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Ozempic: lote LP6F832, validade 11/2025. A empresa responsável pelo medicamento, Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil, informou à Anvisa sobre a presença de unidades do lote LP6F832 no mercado brasileiro. O lote não é considerado válido pela empresa e se trata, portanto, de produto falsificado.
Tysabri: lote FF00336, validade 01/2026. A Biogen Brasil Produtos Farmacêuticos comunicou à Anvisa sobre o lote FF00336, produzido apenas para fins institucionais e não comerciais. Segundo a empresa, o lote possui características divergentes das presentes no medicamento original, como:
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-erros de ortografia do endereço da empresa responsável pela importação e distribuição do produto no país;
-diferença na cor da faixa laranja e azul da embalagem;
-formatação das letras;
-ausência da inscrição em braille na embalagem
A Anvisa orienta que profissionais de saúde e a população adquiram medicamentos apenas em estabelecimentos devidamente regularizados, vendidos sempre na embalagem completa (dentro da caixa) e com nota fiscal.
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Fotos: Reprodução Google
Em caso de identificação de unidades dos medicamentos com suspeita de falsificação, a orientação é de não utilizar os produtos e comunicar o fato à Anvisa por meio dos sistemas de Notivisa (para profissionais de saúde) e Ouvidoria, via plataforma FalaBR, (para pacientes).
Fonte: com informações do Portal G1
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