22 de Abril de 2026

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Política - 14/01/2023

Anderson Torres tem até segunda para se entregar antes de pedido de extradição, diz Flávio Dino

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Foto: Reprodução/Montagem Portal Mulher Amazônica

Ex-ministro de Bolsonaro é acusado de ter sabotado o comando da Segurança Pública do Distrito Federal durante os ataques terroristas de domingo, e teve sua prisão decretada pelo STF.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, declarou na sexta-feira (13/1) que pedirá a extradição do ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, caso ele não se entregue à Justiça e retorne ao Brasil até segunda-feira (16).

 

Torres é acusado de ter sabotado o comando da Segurança Pública do Distrito Federal durante os ataques terroristas de domingo (8/1), e teve sua prisão decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

 

"Nós tivemos o anúncio pelo senhor Torres dizendo que ele iria se apresentar. Não houve ainda apresentação da data. Nós vamos aguardar até segunda-feira, e nós desejamos que isso ocorra", disse Dino a jornalistas, após solenidade no Palácio da Justiça que prestou homenagem aos envolvidos na operação de defesa da democracia após os ataques de domingo. "Caso isso não se confirme, por intermédio dos mecanismos de cooperação jurídica internacional, vamos deflagrar um pedido de extradição", completou.

 

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Segundo o ministro, o ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Fábio Augusto Vieira, já foi ouvido pela Polícia Federal. Ele foi preso por determinação de Moraes na terça-feira (10).

 

O governador afastado do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, se apresentou voluntariamente à PF nesta sexta para prestar seu depoimento.

 

 
 

Ontem, a PF divulgou que, durante operação de busca e apreensão na casa de Anderson Torres, foi encontrada uma minuta — versão prévia de um decreto presidencial — que previa a decretação de um Estado de Defesa nas sedes de tribunais eleitorais, que poderia ser usado para uma tentativa de golpe e de alterar o resultado das eleições de 2022.

 

 Fotos: Reprodução

 

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"A apreensão do documento em si mesma já é um fato relevante. É claro que isto constará no inquérito policial, porque configura ainda mais cabalmente uma cadeia de responsáveis pelos atos criminosos", comentou Dino sobre a minuta. Questionado, o ministro disse que, até o momento, não há inquérito formal envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em relação aos ataques terroristas.

 

Fonte: Com informações do Correio Braziliense 

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