Técnico da seleção brasileira revela nervosismo, mas o vê como positivo para manter foco da equipe contra Marrocos
O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, afirma que o nervosismo é um “alarme útil” antes da estreia do Brasil na Copa do Mundo, neste sábado, contra Marrocos. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, o treinador revelou sentir “frio na barriga” com a proximidade do torneio, algo que ele considera positivo para manter o foco da equipe.
O técnico Carlo Ancelotti, que acumula títulos e experiência no futebol europeu de clubes, afirmou que a tensão pré-jogo é natural e até benéfica. Ele destacou a importância de manter o estado de alerta, especialmente ao enfrentar seleções como a de Marrocos, que demonstrou grande capacidade na última Copa do Mundo ao eliminar potências como Espanha e Portugal.
“O medo é uma parte importante da vida”, disse Ancelotti durante a coletiva. “Se você não tem medo e é pego de surpresa, pode ver um leão e achar que é um gato. O medo pode salvar sua vida. É sempre bom estar alerta e concentrado para que sua equipe faça um ótimo jogo e não seja pega de surpresa.”
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Alerta máximo contra Marrocos
O que Carlo Ancelotti espera do confronto contra Marrocos?

Apesar da reputação de calma, Ancelotti enfatizou que a seleção brasileira precisa estar totalmente atenta desde os primeiros minutos da partida contra uma das equipes mais fortes do continente africano. “Sou otimista por natureza e estou muito confiante”, declarou. “Estamos bem preparados para fazer um ótimo jogo e ter uma ótima Copa do Mundo.”
O técnico italiano reforçou a necessidade de um desempenho impecável em todos os setores do campo. “Precisamos ter um desempenho completo em todos os aspectos. No futebol moderno, não existem times pequenos. O Marrocos é uma das melhores seleções da África”, complementou, ressaltando o respeito pelo adversário.
Novo desafio na carreira vitoriosa de Ancelotti
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Fotos: Reprodução
Para Carlo Ancelotti, a condução da seleção brasileira representa um novo e significativo capítulo em sua notável carreira. Ele detém o recorde de cinco títulos da Liga dos Campeões como treinador e foi o primeiro técnico a conquistar as cinco principais ligas da Europa, além de ter vencido a Champions League duas vezes como jogador pelo Milan. Agora, o desafio é inédito: guiar o Brasil rumo ao hexacampeonato mundial, um feito que a nação espera ansiosamente. Ancelotti descreveu essa tarefa como um “privilégio e um fardo”, reconhecendo a imensa expectativa e responsabilidade que carrega.
“É uma experiência nova, mas obviamente especial”, afirmou o técnico. “Significa ter a responsabilidade e a honra de representar a pátria do futebol, a seleção mais bem-sucedida do mundo. Duas coisas: responsabilidade e honra.” Ancelotti finalizou a coletiva expressando seu desejo de aproveitar intensamente este momento histórico em sua trajetória profissional, buscando contribuir para o sucesso da equipe sem ser dominado pela pressão. “Quero saborear este momento com alegria e felicidade, porque é um momento maravilhoso na minha história”, disse. “Eu me sinto ótimo… Espero poder fazer o trabalho necessário para ajudar esta equipe a ter sucesso.”
Fonte: com informações da Revista IstoÉ
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